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COMENTÁRIOS DA LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA

2º Trimestre de 2024 - O GRANDE CONFLITO


Lição 6 – As duas testemunhas
Destaques do Pastor Eber Nunes #‎lesadv
Em 1199 o Papa Inocêncio III proibiu a tradução da Bíblia para o francês e decretou que seria um perigo se a Bíblia fosse lida pelas pessoas simples. Quem fosse apanhado lendo ou ensinando a Bíblia na França seria morto. Depois da morte de Inocêncio III o sínodo de Toulouse redigiu um 14° cânon contra os Albigenses e Valdenses, proibindo que membros leigos possuíssem o Velho e o Novo testamento.
10.000 Bíblias foram queimadas em 08 de agosto de 1713, de uma só vez por ordem do rei Ferdinando II da Espanha.
Ao longo da história, a Bíblia já foi proibida em países comunistas, mulçumanos, foi alvo acirrado do Racionalismo (teoria filosófica que dá a prioridade à razão, como faculdade de conhecimento relativamente aos sentidos), e é motivo de deboche de muitos ateus até hoje. Muitos já morreram defendendo a interpretação das Escrituras Sagradas.
Existe algum intelectual da literatura brasileira em sã consciência que daria sua vida por uma obra de Machado de Assis, de Carlos Drummond de Andrade, ou a nível mundial, por obras de Shakespeare ou pelas obras de Sigmund Freud!
Pregue José Saramago, Freud, Richard Dawkins, Shakespeare e depois observe quantas pessoas vão ter a sua vida transformada pela leitura dos livros desses autores. Pode até ser que haja algum caso, mais eu desafio que haja milhares de casos como ocorre com a leitura da Bíblia.
• Lew Wallace em sua pesquisa incessante das páginas da Bíblia para escrever um romance desmentindo o Cristianismo, se converteu e escreveu o livro: “Ben Hur”;
• George Lyttelton – Leu a Bíblia com o intuito de provar que a mesma não passava de um romance, acabou se convertendo e escreveu o livro: “Conversão de São Paulo”;
• William Ramsay foi investigar a história de Paulo e acabou se convertendo;
• Antony Flew, grande pensador da filosofia moderna, ateu por convicção, na sua velhice estudou a Bíblia e se converteu. Em uma de suas entrevistas ele disse: “A Bíblia é um eminente livro que merece ser lido. A ressureição de Jesus tem mais evidências que qualquer outro milagre mencionado na história”. Ele escreveu o livro “Deus existe, um ateu garante”. A perda desse homem para o grupo ateísta foi tão dolorosa que Richard Dawkins autor do livro “Deus, um delírio”, a reconheceu.
Se a Bíblia fosse um livro que se encaixasse dentro de todas as normais cultas da literatura, haveria uma explicação racional para o seu sucesso, mas, pelo contrario, só podemos dizer que ela tem alguma coisa de especial. Apesar de ser um livro escrito por mãos humanas, a sua origem é divina.
Duas testemunhas
“Eis que vejo um castiçal todo de ouro, e um vaso de azeite no seu topo, com as suas sete lâmpadas; e sete canudos, um para cada uma das lâmpadas que estão no seu topo. E, por cima dele, duas oliveiras, uma à direita do vaso de azeite, e outra à sua esquerda… Que são as duas oliveiras à direita e à esquerda do castiçal?... São os dois ungidos, que estão diante do Senhor de toda a Terra” (Zc 4:2, 3, 11, 14).
• A mesma imagem de Zacarias 4 encontramos em Apocalipse 11:3 a 6: “Darei às minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de pano de saco. São estas as duas oliveiras e os dois candeeiros que se acham em pé diante do Senhor da terra”;
• A identificação dessas duas oliveiras e dos dois ungidos descritos em Zacarias tem sido tema de estudos de teólogos ao longo dos anos. Os Adventistas têm uma interpretação bastante coerente, conforme se apresenta no Comentário Bíblico Adventista, v. 4, p. 1204: “Eles são descritos como estando ‘junto ao Senhor’. No simbolismo, as oliveiras forneciam óleo para as lâmpadas (Zc 4:12). O óleo é um símbolo do Espírito Santo. Os ungidos, portanto, representam os instrumentos celestiais por meio dos quais o Espírito Santo é concedido aos seres humanos que são completamente consagrados ao Seu serviço”. “A missão dos dois ungidos é comunicar luz e poder ao povo de Deus” (OE, 510);
• As duas testemunhas não são membros da divindade (Ap 11: 3 e 4);
• Elas podem ser atacadas por seres humanos (Ap 11:5);
• Elas constituem algo que pode continuar existindo na presença de Deus, e ser ao mesmo tempo atacado na Terra;
• Elas têm poder para produzir calamidades e pragas, e profetizam (Ap 11:6). “Fechar o céu” foi algo que Elias fez (1ª Rs 17:1), enquanto transformar água em sangue e ferir a terra com pragas foi algo praticado por Moisés no Egito (Êx 7:19);
• Elas podem ser mortas (Ap 11:7 e 😎, mas ressuscitam (Ap 11:11);
• Elas representam 2 profetas (Ap 11:10);
• Apocalipse 11:8, quando menciona: “o seu cadáver”, deixa claro que as duas testemunhas são uma entidade única;
• Conquanto, numa aplicação imediata de Zacarias, o significado dos símbolos aplicava-se possivelmente a Zorobabel e a Josué. É notório que, em Apocalipse, utilizando-se dos mesmos símbolos, João os identifica precisamente com a Bíblia;
• Em João 5:39, Jesus declarou que as Escrituras do AT testificavam (davam testemunho) Dele. Davi declarou que a Palavra de Deus é uma lâmpada que ilumina o caminho (Sl 119:105). Jesus também disse que o evangelho seria proclamado “para testemunho” ao mundo inteiro (Mt 24:14). A base desse testemunho é o AT juntamente com o NT. A palavra traduzida como “testemunho” nesses 2 versos vem da mesma raiz (martys) da palavra traduzida como “testemunhas” em Apocalipse 11:3.
“As duas testemunhas representam as Escrituras do Antigo e Novo Testamentos” (GC, 227). Essa é a única interpretação que se ajusta às especificações dadas na profecia.
Períodos de tempo proféticos
“Darei às minhas duas testemunhas que profetizem por mil duzentos e sessenta dias” (Ap 11:3).
• Esta profecia de tempo é mencionada 7 vezes na Bíblia;
• Em Apocalipse 11:3 e 12:6, faz-se menção de 1260 dias;
• Em Apocalipse 11:2 e 13:5, são mencionados 42 meses, que, multiplicados por 30 dias do mês, resultam também em 1260 dias;
• Em Daniel 7:25; 12:7 e Apocalipse 12:14, menciona-se “tempo e tempos e metade de um tempo”, ou seja, 3 tempos e meio, que na verdade, equivalem a 3 anos e meio. Esses 3 anos e meio, multiplicados pelos 12 meses do ano, dão 42 meses, que, multiplicados por 30 dias de cada mês, resultam outra vez em 1260 dias. 1 ‘tempo’ = 1 ano = 360 dias. 2 ‘tempos’ = 2 anos = 720 dias. 1/2 “tempo” = meio ano =180 dias. Total: 1260 dias/anos;
• Os 1.260 dias/anos profeticamente indicam o período de supremacia papal e perseguição promovida por parte da Igreja. Esse período iniciou em 538 d.C. e se estendeu até 1798 d.C., quando o general Bertiher, a mando de Napoleão Bonaparte, aprisionou o Papa Pio VI, no dia 10 de fevereiro daquele ano.
“Vestidas de pano de saco” (Ap 11:3).
• Para entender quando e como as duas testemunhas ou as Escrituras ministraram vestidas de saco, precisamos enfatizar 2 fatos. Primeiro, as duas testemunhas pregaram durante um período de 1.260 anos. Um segundo ponto é que as duas testemunhas não foram mortas durante esse período;
• O pano de saco é a vestimenta que representa o luto (Gn 37:34); ela indica o tempo difícil em que as verdades da Bíblia foram enterradas e encobertas pelas tradições humanas.
O paralelo entre Jesus e a Palavra é óbvio: da mesma forma que Jesus ministrou por 3 anos e meio sob pressão e perseguição de Seu próprio povo, que deveria tê-lo acolhido, as Escrituras também ministraram ao mundo por 3 anos e meio proféticos sob opressão, ou 1.260 anos históricos. Isso ocorreu sob a pressão daqueles que alegavam ser os guardiões dela. Assim como Jesus, a Palavra de Deus passou pela morte e ressurreição. A Escritura, a Palavra divina, experimentou um ciclo de “morte e ressurreição”. Jesus foi vencedor. De igual maneira, a Sua Palavra também alcançou e e seguirá alcançando a vitória.
As duas testemunhas são mortas
“Quando tiverem, então, concluído o testemunho que devem dar, a besta que surge do abismo pelejará contra elas, e as vencerá, e matará, e o seu cadáver ficará estirado na praça da grande cidade que, espiritualmente, se chama Sodoma e Egito” (Ap 11:7 a 9).
• Nesse texto, a besta que sobe do abismo é mencionada pela 1ª vez no Apocalipse e representa Satanás (Ap 20) e os reinos do mundo que estão sob seu domínio;
• “Aqui aparecem Sodoma e Egito para destruir as testemunhas de Deus, pois como nações inimigas do povo de Deus no passado, servem como símbolo eloquente” (SRA/EP, 129). Essas cidades também são “símbolos de degeneração moral e de desafio aos mandamentos de Deus” (LES892, 164).
“Muitos dentre os povos, tribos, línguas e nações contemplam os cadáveres das duas testemunhas, por três dias e meio” (Ap 11:7 a 9).
• Surge, então, outro período profético em que a Palavra de Deus seria lançada por terra. “O período de 3 dias e meio de tempo profético simbolizava 3 anos e meio” (LES892, 165);
• Esse período de tempo profético se estendeu de 26/11/1793, quando um decreto, promulgado em Paris, aboliu a religião, até 17/6/1797, quando o governo francês removeu as restrições à prática da religião (SDA, vl 7, 803);
• Mas a perseguição contra as Escrituras já não existia antes de 26/11/1793 e até mesmo antes de 538 d.C.? De fato, os romanos tentaram zombar das Escrituras ou suprimi-las durante as primeiras perseguições contra os cristãos. O imperador pagão Diocleciano (284-305 d.C.) visava especificamente a aniquilação da Bíblia, determinando que os cristãos deveriam renunciar ao livro sagrado e denunciá-lo. Entretanto, ao contrário de Diocleciano, no período da revolução francesa, período que também corresponde a 3 anos e meio de Apocalipse 11, os revolucionários franceses conseguiram aniquilar as Escrituras em seu território;
• A França se tornou o 1º e único país do mundo a declarar em constituição que Deus não existe. Em toda devassidão que aquele período trouxe, eles elegeram uma mulher como deusa da razão e a apresentaram desnuda na catedral de Notre Dame, onde houve as mais baixas licenciosidades entre o povo;
• “A França incrédula fizera silenciar a voz reprovadora das duas testemunhas de Deus. A Palavra da verdade permaneceu morta em suas ruas, e os que odiavam as restrições e exigências da lei de Deus estavam contentes. As pessoas publicamente desafiavam o Rei dos Céus” (GC, 232);
• “Durante este tempo a Bíblia foi queimada e abolida na França, foi ‘morta’. Todas as igrejas foram fechadas e proibiu-se a adoração de Deus por decreto da assembleia, que era o corpo legislativo da França. Também se decidiu que a semana seria de 10 dias. O dia de descanso foi abandonado e em seu lugar se consagrava um dia em cada 10 para a orgia e a blasfêmia. Negou-se abertamente a existência de Deus. Uma mulher imoral foi nomeada a deusa da razão, e as pessoas deviam adora-la. Ficou proibido todo tipo de culto religioso. Tudo isto durou exatamente 3 anos e meio, como o disse a profecia” (SRA/EP, 130).
O faraó do Egito havia declarado: “Quem é o Senhor?” (Ex 5:2). A França fez algo semelhante, mas não durou muito. Em 17 de junho de 1797, a Assembleia Legislativa Francesa reconheceu a legitimidade da religião para a nação. Ela foi autorizada mais uma vez. A semana voltou a ser de 7 dias, e o 7º era o sábado. O período crítico da Revolução Francesa, que durou 3 anos e meio, passou. Entretanto, os ideais iluministas, ateístas e humanistas que surgiram naquele período, vigoram até os dias de hoje na sociedade ocidental. O ateísmo continua sendo um dos grandes desafios para a pregação do evangelho, sobretudo nos países mais ricos da Europa.
As duas testemunhas ressuscitam
“Depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés” (Ap 11:11-13).
• Após o período tenebroso da Revolução Francesa, houve uma explosão na obra missionária e, como nunca, a Bíblia foi impressa em larga escala por todo o mundo. Após esse período, surgiram as Sociedades Bíblicas e os grandes avivamentos tiveram seu lugar na Europa e nos Estados Unidos;
• Em 1804 foi fundada a primeira Sociedade Bíblica Britânica;
• Em 1816 foi a Sociedade Bíblica Americana;
• Estima-se que mais de 6 bilhões de unidades da Bíblia já foram impressas e distribuídas. O Alcorão, livro sagrado do Islã, teve impresso entre 600 a 800 milhões de cópias. Foram distribuídas aproximadamente 900 milhões de unidades do Livro Vermelho que contém as citações do Presidente Mao Tsé-Tung;
• A Bíblia, que foi perseguida na Idade Média e pisada na Revolução Francesa, é a mesma que está viva pelo poder de Deus para nos revelar hoje que a promessa do retorno de Cristo é real e está prestes a acontecer;
• Voltaire, crítico do Cristianismo, escreveu e publicou em sua gráfica que num espaço de 100 anos (com o desenvolvimento das ciências) não haveria nenhuma Bíblia na Terra senão nas prateleiras e amostras de museus para ser investigada por algum curioso em antiguidades, passando à história. Apenas 50 anos depois da sua morte, a Sociedade Bíblica de Genebra comprou a residência e editora de Voltaire, transformando a sua casa num enorme depósito de distribuição e de impressão de Bíblias! Mais tarde aquela mesma casa tornou-se a sede da filial de Paris, da Sociedade Bíblica Britânica e Internacional, a qual distribui Bíblias em toda a Europa.
Verdade triunfante
“O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos. E os vinte e quatro anciãos que se encontram sentados no seu trono, diante de Deus, prostraram-se sobre o seu rosto e adoraram a Deus, dizendo: Graças te damos, Senhor Deus, Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder
e passaste a reinar” (Ap 11:15-19).
• “A 7ª trombeta apresenta o tempo do fim quando o remanescente fiel proclamaria o evangelho eterno e a mensagem dos 3 anjos a todo o mundo” (SRA/EP, 134);
• Após a declaração de triunfo, os 24 anciãos entoam um hino de agradecimento a Deus pela vitória que Ele alcançou sobre os poderes do mal (Ap 11:16-18);
• A vitória do povo de Deus é um assunto importante no livro do Apocalipse;
• “Em suas ações de graça, os anciãos fazem alusão ao julgamento dos que morreram. O texto se refere à recompensa da vida eterna para os justos e da pena de morte para os ímpios” (LES892, 166).
“Abriu-se, então, o santuário de Deus, que se acha no céu, e foi vista a arca da Aliança no seu santuário, e sobrevieram relâmpagos, vozes, trovões, terremoto e grande saraivada” (Ap 11:15-19).
• “A arca do concerto de Deus está no santo dos santos, ou lugar santíssimo, que é o segundo compartimento do santuário. No ministério do tabernáculo terrestre, que servia como ‘exemplar e sombra das coisas celestiais’, este compartimento se abria somente no grande dia da expiação, para a purificação do santuário. Portanto, o anúncio de que o templo de Deus se abrira no Céu, e de que fora vista a arca de Seu concerto, indica a abertura do lugar santíssimo do santuário celestial, em 1844, ao entrar Cristo ali para efetuar a obra finalizadora da expiação. Os que pela fé seguiram seu Sumo sacerdote, ao iniciar Ele o ministério no lugar santíssimo, contemplaram a arca de Seu concerto. Como houvessem estudado o assunto do santuário, chegaram a compreender a mudança operada no ministério o Salvador, e viram que Ele agora oficiava diante da arca de Deus, pleiteando com Seu sangue em favor dos pecadores” (GC, 433);
• “Em que outra ocasião será aberto o templo de Deus no Céu, e revelado o conteúdo da arca? “Imediatamente antes da volta de Jesus. ‘Quando for aberto o templo de Deus no Céu, que ocasião triunfante será essa para todos os que têm sido fiéis e sinceros! No templo será vista a arca do concerto em que foram colocadas as duas tábuas de pedra, nas quais está escrita a lei de Deus. Essas tábuas de pedra serão tiradas de seu esconderijo, e nelas serão vistos os Dez Mandamentos gravados pelo dedo de Deus. Essas tábuas de pedra, que agora se encontram na arca do concerto, serão convincente testemunho da verdade e dos reclamos obrigatório da lei de Deus” (SDABC, vl 7, 972);
• “A todo instante, Cristo intercede por nós no Santuário celestial, cancelando a dívida dos pecados pelos quais nos arrependemos, tendo-O aceitado como nosso Salvador e Mediador. Ele pode fazê-lo com eficácia, pois pagou nosso resgate com Seu sangue” (SRA/EP, 71-74).
Conclusão:
Mesmo diante das muitas perseguições contra a Palavra de Deus, promovidas pelo inimigo da verdade, ela sempre triunfou. Os esforços de Satanás para subverter e destruir a Bíblia sempre foram fracassados. Deus nunca permitiu que o livro que contém as verdades da salvação ficasse completamente escondido da humanidade. Como vimos, a Bíblia sofreu perseguição quando a besta que subiu do mar (representação do papado) estava no controle, e continuou sofrendo quando a besta que subiu do abismo (representação do ateísmo) subiu ao poder. Fosse pela religião ou pela falta dela, a Palavra de Deus sempre foi alvo de perseguição do diabo. Conquanto homens usados pelo inimigo tenham tentado fazer com que a Bíblia desaparecesse, ela permanece até hoje, e continua mais atual que nunca. Deus cumpriu Suas promessas: “Seca-se a erva e cai a sua flor, mas a Palavra do Senhor permanece eternamente.”
Louvo a Deus pelas maravilhosas lições que podemos aprender de Sua Palavra e é por isso que sou apaixonado pela Escola Sabatina! #lesadv