Leia: O ANO BÍBLICO com a bíblia NVI e a Meditação Matinal - Maranata, O Senhor Vem! - Ellen G.White

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - TERCEIRO TRIMESTRE DE 2018


Sábado à tarde, 7 de julho

Os discípulos reuniram-se num aposento superior, unindo-se em orações às mulheres crentes, com Maria, mãe de Jesus e Seus irmãos. Estes irmãos, que tinham sido descrentes, estavam agora plenamente firmados na fé pelas cenas que acompanharam a crucifixão e pela ressurreição e ascensão do Senhor. O número de pessoas reunidas era cerca de cento e vinte. [...] 
O Espírito Santo, assumindo a forma de línguas de fogo, repousou sobre a assembleia, como um emblema do dom outorgado aos discípulos de falarem com fluência várias línguas diferentes, com as quais nunca tinham tomado contato anteriormente. A aparência de fogo significava o zelo fervente com que os apóstolos trabalhariam, e o poder que assistiria suas palavras.
Sob esta celestial iluminação, as passagens da Escritura que Cristo tinha explanado aos discípulos apresentavam-se a suas mentes com o brilho e a beleza de clara e poderosa verdade. O véu que os impedira de ver o fim daquilo que era abolido foi agora removido, e o objetivo da missão de Cristo e a natureza de Seu reino foram compreendidos com perfeita clareza (História da Redenção, p. 241, 242).

Assim os discípulos pregaram a ressurreição de Cristo. Muitos entre os que os ouviam estavam esperando por este testemunho, e quando o ouviram, creram. Vieram-lhes à mente as palavras que Cristo havia dito, e tomaram posição ao lado dos que aceitaram o evangelho. A semente que o Salvador havia plantado brotava e produzia frutos.
Após a ressurreição de Cristo, os sacerdotes tinham espalhado longe e perto a mentira de que Seu corpo tinha sido roubado pelos discípulos enquanto a guarda romana dormia. Não admira que ficassem descontentes quando ouviram Pedro e João pregar a ressurreição dAquele que haviam matado. Os saduceus, especialmente, estavam sobremodo alvoroçados. Sentiam que suas mais acariciadas doutrinas estavam em perigo e sua reputação em risco.
Os conversos à nova fé estavam rapidamente aumentando, e tanto fariseus como saduceus concordaram em que, se se permitisse a esses novos ensinadores prosseguir livremente, sua própria influência estaria em maior perigo do que quando Jesus estava na Terra. Em conformidade com isto, o capitão do templo, com auxílio de alguns dos saduceus, prendeu a Pedro e João, e os pôs na prisão, visto ser muito tarde para os interrogar naquele dia.
Os inimigos dos discípulos não podiam deixar de estar convencidos de que Cristo ressuscitara dos mortos. A prova era por demais clara para que fosse posta em dúvida. Não obstante, endureceram o coração, recusando arrepender-se da terrível ação que haviam cometido, matando Jesus. Haviam sido dadas aos príncipes judeus abundantes evidências de que os apóstolos estavam falando e agindo sob a divina inspiração, mas eles firmemente resistiram à mensagem da verdade. Cristo não tinha vindo da maneira como esperavam, e embora às vezes tivessem estado convictos de que Ele era o Filho de Deus, fizeram calar a convicção e O crucificaram. Em misericórdia Deus lhes deu novas provas, e agora outra oportunidade era-lhes concedida para voltarem a Ele. Ele enviou os discípulos para dizer-lhes que haviam matado o Príncipe da vida, e nesta terrível acusação deu-lhes outra oportunidade para arrependimento. Mas sentindo-se seguros em sua própria justiça, os ensinadores judeus recusaram-se a admitir que os homens que os acusavam de haverem crucificado a Cristo estivessem falando pela direção do Espírito Santo (Atos dos Apóstolos, p. 60, 61).

No dia de Pentecoste foi dado o Espírito. As testemunhas de Cristo anunciavam o poder do Salvador ressurreto. [...]
Cada cristão via em seu irmão a semelhança divina de benevolência e amor. Um único interesse prevalecia. Um objetivo absorvia todos os outros. Todos os corações palpitavam em harmonia. O único empenho dos crentes era revelar a semelhança do caráter de Cristo e trabalhar pelo engrandecimento de Seu reino. "Era um o coração e a alma da multidão dos que criam. ... E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça" (Atos 4:32 e 33; Parábolas de Jesus, p. 120, 121).

Domingo, 8 de julho: A vinda do Espírito

Depois da ascensão de Cristo, os discípulos reuniram-se em um lugar a fim de suplicar humildemente a Deus. E após dez dias de esquadrinhar o coração e examinar-se a si mesmos, estava preparado o caminho para o Espírito Santo penetrar no templo da alma limpo e consagrado. Todos os corações foram cheios do Espírito, como se Deus desejasse mostrar a Seu povo que Lhe pertenceria a prerrogativa de beneficiá-los com o melhor das bênçãos celestes. ... A espada do Espírito cintilava à direita e à esquerda. Novamente afiada com poder, penetrava até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas. A idolatria que andara misturada com o culto do povo, foi derribada. Novo território foi acrescentado ao reino de Deus. Lugares antes estéreis e desolados, entoavam-lhe os louvores (Evangelismo, p. 698).

O Espírito Santo é o sopro da vida espiritual na alma. A comunicação do Espírito é a transmissão da vida de Cristo. Reveste o que O recebe com os atributos de Cristo. Unicamente os que são assim ensinados por Deus, os que possuem a operação interior do Espírito, e em cuja vida se manifesta a vida de Cristo, devem-se colocar como homens representativos, para servir em favor da igreja (O Desejado de Todas as Nações, p. 805).

É pelo Espírito Santo que o coração é purificado. Por meio do Espírito, o crente torna-se participante da natureza divina. Cristo concedeu o Seu Espírito como um poder divino para vencer todas as tendências para o mal, quer hereditárias, quer cultivadas, e imprimir na Igreja o Seu caráter. ...
Apossando-se do coração, o Espírito de Deus transforma a vida. Pensamentos pecaminosos são afastados, as más ações são renunciadas; o amor, a humildade e a paz tomam o lugar da ira, inveja e discórdia. A alegria substitui a tristeza, e a fisionomia reflete a alegria do Céu. Ninguém vê a mão que remove o fardo ou contempla a luz que desce do Céu. A bênção é recebida quando, pela fé, o crente se entrega a Deus. Então, o poder que olho algum humano pode ver, cria um ser novo à imagem de Deus (Minha Consagração Hoje [MM 1989/1953], p. 46).

Ouve-se o vento por entre os ramos das árvores, fazendo sussurrar as folhas e as flores; é todavia invisível, e homem algum sabe de onde ele vem, nem para onde vai. O mesmo se dá quanto à operação do Espírito Santo na alma. Como os movimentos do vento, não pode ser explicada. Talvez uma pessoa não seja capaz de dizer o tempo ou o lugar exatos de sua conversão, nem delinear todas as circunstâncias no processo da mesma; isso, porém, não prova não estar ela convertida. Mediante um agente tão invisível como o vento, está Cristo continuamente operando no coração (O Desejado de Todas as Nações, p. 172).

Segunda, 9 de julho: O dom de línguas

"E cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; e, de repente, veio do Céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem." Atos 2:1-4. Havia nessa assembleia zombadores, que não reconheceram a obra do Espírito Santo e disseram: "Estão cheios de mosto." Atos 2:13.
"Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a voz e disse-lhes: Varões judeus e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras. Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo esta a terceira hora do dia. Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel." Atos 2:14-16. Lede a história. O Senhor estava atuando a Seu modo; mas houvesse tal manifestação entre nós, a quem são chegados os fins dos séculos, e não haveria tais zombadores, como naquela ocasião? Os que não ficaram sob a influência do Espírito Santo, não a compreenderam. Para esta classe os discípulos pareciam homens embriagados (Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 66).

Os judeus tinham sido dispersados por quase todos os países, e falavam vários idiomas. Tinham vindo de longas distâncias a Jerusalém, e temporariamente fixaram residência ali, para permanecer durante as festas religiosas então em andamento e para observar seus reclamos. Quando reunidos, eram de todas as línguas conhecidas. Esta diversidade de linguagem era um grande obstáculo para o trabalho dos servos de Deus em anunciar a doutrina de Cristo nas partes mais afastadas da Terra. Ter Deus suprido a deficiência dos apóstolos de maneira milagrosa, foi para o povo a mais perfeita confirmação do testemunho desses mensageiros de Cristo. O Espírito Santo fez por eles o que não poderiam ter feito por si mesmos em toda uma vida; de modo que eles podiam agora espalhar a verdade do evangelho no estrangeiro, falando com perfeição a língua daqueles por quem estavam trabalhando. Este miraculoso dom era a maior evidência que poderiam apresentar ao mundo de que sua comissão levava o sinete do Céu (História da Redenção, p. 242, 243).

De acordo com a luz que Deus me deu em visão, maldade e engano estão aumentando entre o povo de Deus que professa guardar Seus mandamentos. Discernimento espiritual para ver o pecado como ele existe, e então expulsá-lo do acampamento, está diminuindo entre o povo de Deus; e cegueira espiritual está rapidamente vindo sobre eles. O testemunho franco precisa ser reavivado, e ele vai separar de Israel aqueles que já estiveram em guerra com os meios que Deus ordenou para manter a corrupção fora da igreja. Erros precisam ser chamados erros. Pecados graves precisam ser chamados por seu nome exato. Todo o povo de Deus deve achegar-se mais perto dEle e lavar suas vestes de caráter no sangue do Cordeiro. Então verão o pecado na luz verdadeira e reconhecerão quão ofensivo ele é à vista de Deus (Testemunhos para a Igreja, v. 3, p. 324).

Terça, 10 de julho: O sermão de Pedro

Com clareza e poder Pedro testificou da morte e ressurreição de Cristo: "Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por Ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; a Este... crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela." Atos 2:22-24.
Pedro não se referiu aos ensinos de Cristo a fim de justificar sua atitude, porque sabia que o preconceito de seus ouvintes era tal que suas palavras sobre o assunto seriam de nenhum efeito. Em vez disso falou de Davi, que era considerado pelos judeus como um dos patriarcas da nação. [...]
"Varões irmãos, seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura." Ele "disse da ressurreição de Cristo: que a Sua alma não foi deixada no Hades, nem a Sua carne viu a corrupção. Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas" (Atos 2:29, 31-32; Atos dos Apóstolos, p. 41, 42).

Se essa profecia de Joel encontrou cumprimento parcial nos dias dos apóstolos, estamos vivendo numa época em que esse cumprimento deverá ser manifestado de maneira ainda mais evidente para o povo de Deus. Ele concederá de tal maneira Seu Espírito a Seu povo que ele se tornará uma luz em meio às trevas morais, e grande luz será refletida em todas as partes do mundo. Oh, que nossa fé possa ser aumentada, que o Senhor possa trabalhar poderosamente com Seu povo! (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 4, p. 1.295, 1.296).

Jesus saiu do sepulcro com o andar de um poderoso vencedor. Houve uma explosão de triunfo, pois a família celestial estava esperando recepcioná-Lo; e o poderoso anjo, seguido do exército do Céu, prostrou-se diante dEle em adoração enquanto Ele, o Rei do Céu, proclamava sobre o partido sepulcro de José: "Eu sou a ressurreição e a vida." João 11:25.
Todos os seres criados vivem pela vontade e o poder de Deus. São recipientes da vida do Filho de Deus. Embora capazes e talentosos, embora grandes sejam suas capacidades, são providos de vida na Fonte de toda vida. Ele é o princípio, a fonte de vida. ...
A vida que Ele depusera quando na humanidade, retomou, e deu à humanidade. "Eu vim", diz Ele, "para que tenham vida e a tenham com abundância." João 10:10. ...
Cristo tornou-Se um com a humanidade, para que esta pudesse se tornar uma com Ele em Espírito e vida. Pela virtude dessa união em obediência à Palavra de Deus, Sua vida se torna a vida deles. Ele diz ao arrependido: "Eu sou a ressurreição e a vida" (João 11:25; Filhos e Filhas de Deus [MM 1956], p. 237).

Quarta, 11 de julho: A exaltação de Jesus

O sacrifício de Cristo como expiação pelo pecado é a grande verdade em torno da qual se agrupam todas as outras. Para que seja devidamente compreendida e apreciada, toda verdade contida na Palavra de Deus, do Gênesis ao Apocalipse, precisa ser estudada à luz que emana da cruz do Calvário, em ligação com a assombrosa verdade central da expiação feita pelo Salvador. Os que estudam o maravilhoso sacrifício do Redentor, crescem em graça e conhecimento (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 5, p. 1.271). 

Cristo, como sumo sacerdote além do véu, de tal modo imortalizou o Calvário que, embora Ele viva para Deus, morre continuamente para o pecado, e assim, se qualquer homem pecar, tem ele um advogado para com o Pai.
Ressurgiu Ele do túmulo envolto em uma nuvem de anjos, com maravilhoso poder e glória - Divindade e humanidade combinadas. Tomou em Sua mão o mundo sobre o qual Satanás pretendia presidir como seu legítimo território, e por Sua maravilhosa obra de dar a vida, restaurou toda a raça humana ao favor de Deus (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 343).

Como ser pessoal, Deus Se revelou em Seu Filho. Jesus, o resplendor da glória do Pai, “e a expressa imagem da Sua pessoa” (Hebreus 1:3), veio à Terra sob a forma de homem. Como Salvador pessoal, veio Ele ao mundo. Como Salvador pessoal subiu ao Céu. Como Salvador pessoal, intercede nas cortes celestiais. Perante o trono de Deus ministra em nosso favor “um semelhante ao Filho do homem”. Apocalipse 1:13. 
Cristo, a luz do mundo, velou o ofuscante esplendor de Sua divindade, e veio viver como homem entre homens, para que, sem serem destruídos, pudessem relacionar-se com seu Criador. Homem algum viu a Deus jamais, exceto na Sua revelação através de Cristo. 
“Eu e o Pai somos um” (João 10:30), declarou Cristo. “Ninguém conhece o Filho senão o Pai; e ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho O quiser revelar” (Mateus 11:27; Testemunhos para a Igreja, v. 8, p. 265).

Jesus Cristo Se entregou a Si mesmo como sacrifício completo em favor de todos os decaídos filhos e filhas de Adão. Oh! que humilhação foi suportada por Ele! Como desceu, passo a passo, cada vez mais baixo na senda da humilhação! No entanto, jamais degradou a alma com uma única sórdida mancha do pecado! Sofreu tudo isto para que pudesse erguer, purificar, refinar e enobrecer a cada um de vós, e colocar-vos sobre Seu trono como coerdeiros dEle mesmo. Como confirmareis a vossa vocação e eleição? Qual é o caminho da salvação? Cristo declara: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida." João 14:6. Por mais pecaminosos e culpados que sejais, sois chamados, sois escolhidos. "Chegai-vos a Deus e Ele Se chegará a vós outros." Tia. 4:8. Ninguém será compelido a ir a Jesus Cristo contra a sua vontade. A Majestade do Céu, o Filho unigênito do Deus vivo e verdadeiro abriu o caminho para irdes a Ele, dando Sua vida como sacrifício na cruz do Calvário (Fundamentos da Educação Cristã, p. 251).

Quinta, 12 de julho: As primícias

Unicamente aos que esperam humildemente em Deus, que estão atentos à Sua guia e graça, é concedido o Espírito. O poder de Deus aguarda que O peçam e O recebam. Essa prometida bênção, reclamada pela fé, traz após si todas as outras bênçãos. É concedida segundo as riquezas da graça de Cristo, e Ele está pronto a suprir toda alma segundo sua capacidade para receber (O Desejado de Todas as Nações, p. 672).

Quando o Espírito Santo habita no coração, guiará o ser humano para ver seus próprios defeitos de caráter, a se compadecer das fraquezas dos outros, a perdoar como deseja ser perdoado. Ele será compassivo, cortês, semelhante a Cristo (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 49).

Cristo prometeu o dom do Espírito a Sua igreja, e a promessa nos pertence a nós como aos primeiros discípulos. Mas, como toda outra promessa, é dada sob condições. Muitos há que creem e professam reivindicar a promessa do Senhor; falam acerca de Cristo e do Espírito Santo, todavia não recebem nenhum benefício. Não entregam a vida para ser guiada e regida pelas forças divinas. Não podemos usar o Espírito Santo. Este é que deve servir-Se de nós. Por meio do Espírito, Deus atua em Seu povo "tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade". Filip. 2:13. Mas muitos não se submeterão a isso. Querem dirigir-se a si mesmos. É por isso que não recebem o dom celeste. Somente aos que servem humildemente a Deus, que estão atentos a Sua guia e graça, é dado o Espírito. ...
Não há limites à utilidade de alguém que, pondo de parte o próprio eu, dá lugar à atuação do Espírito Santo em seu coração, e vive uma vida inteiramente consagrada a Deus. ... Caso Seu povo afaste os obstáculos, Ele derramará as águas da salvação em abundantes torrentes pelos condutos humanos (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 146).

Nestas horas finais de graça para os filhos dos homens, quando a sorte de cada alma deve ser logo decidida para sempre, o Senhor do Céu e da Terra espera que Sua igreja desperte para a ação como nunca dantes. Os que foram feitos livres em Cristo pelo conhecimento da preciosa verdade, são considerados pelo Senhor Jesus como Seus escolhidos, favorecidos sobre todos os outros povos na face da Terra; e Ele está contando certo que eles manifestarão os louvores dAquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. As bênçãos tão liberalmente outorgadas devem ser comunicadas a outros. As boas novas de salvação devem ir a cada nação, tribo, língua e povo.
Nas visões dos profetas do passado o Senhor da glória foi representado como concedendo luz especial a Sua igreja nos dias de trevas e incredulidade que precederiam Sua segunda vinda. Como Sol da Justiça, Ele devia brilhar sobre Sua igreja, "trazendo salvação debaixo de Suas asas". Mal. 4:2. E de todo verdadeiro discípulo devia ser difundida influência para a vida, coragem, prestatividade e verdadeira cura (Profetas e Reis, p. 716, 717).

Sexta, 13 de julho: Estudo adicional

A Maravilhosa Graça de Deus, "Cristo Compartilha o Trono de Seu Pai", p. 74.