Leia: O ANO BÍBLICO com a bíblia NVI e a Meditação Matinal - Maranata, O Senhor Vem! - Ellen G.White

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - TERCEIRO TRIMESTRE DE 2018

Tema Geral: O Livro de Atos dos Apóstolos

Introdução ao Livro de Atos

Autor: Wilson Paroschi
Professor de Novo Testamento
Southern Adventist University
Collegedale, TN, EUA

Editor: André Oliveira Santos: andre.oliveira@cpb.com.br
Revisora: Josiéli Nóbrega

O Livro de Atos, ou Atos dos Apóstolos, é o quarto livro do cânon do Novo Testamento (NT), e o segundo em tamanho. Com 18.450 palavras (no original grego), ele é menor apenas que o Evangelho de Lucas, que tem 19.482 palavras. O terceiro é Mateus, com 18.346 palavras.

Autor. Assim como os evangelhos, Atos não traz o nome de seu autor. Segundo a tradição cristã, o autor foi Lucas, identificado em Colossenses 4:14 como médico de formação e assistente evangelístico de Paulo. A mesma passagem (Cl 4:10-15), deixa claro que Lucas era gentio, ou seja, não judeu, visto que ali Paulo não o inclui entre aqueles que são “da circuncisão”, no caso, judeus étnicos ou conversos à religião judaica. Fora isso, o Novo Testamento pouco ou nada informa a respeito de Lucas, embora deixe implícito que ele esteve com Paulo em pelo menos duas de suas viagens missionárias, a segunda e a terceira, além do período de seu aprisionamento em Jerusalém, encarceramento em Cesareia e subsequente viagem a Roma, após haver ele apelado ao imperador. Em Atos, a primeira pessoa do plural (“nós”) é utilizada nessas partes do relato (At 16:10-17; 20:5–21:18; 27:1–28:16), o que sugere que o autor tenha participado dos eventos que narrou. Em 2 Timóteo 4:11, Paulo também se referiu a ele em seu aprisionamento final em Roma.

A tradição da igreja também diz que Lucas era natural de Antioquia da Síria, mas não há como comprovar a veracidade dessa informação. Seja como for, ao que tudo indica, Lucas foi o único não judeu a contribuir para a formação do cânon bíblico. E, visto que ele também deve ter sido o autor do evangelho que leva seu nome, o “primeiro livro” mencionado em Atos 1:1, ele acabou sendo o escritor que mais contribuiu para a formação do NT: 27% ao todo, superando o próprio apóstolo Paulo (23%).

Data. O último evento descrito em Atos é a prisão domiciliar de Paulo em Roma por dois anos (At 28:30, 31), o que, segundo as melhores estimativas, deve ter ocorrido entre os anos 61-63 d.C. Como Lucas nada falou sobre a libertação do apóstolo nem o que ele teria feito em seguida, imagina-se que o livro foi escrito, ou pelo menos concluído, naquele momento. O evangelho, por sua vez, o “primeiro livro” de Atos 1:1, deve ter sido escrito durante o cativeiro de Paulo em Cesareia, nos dois anos que precederam sua viagem a Roma e aprisionamento ali (At 24:27), ou seja, mais ou menos entre 58 e 60 d.C. Note que, no prólogo do evangelho, Lucas disse que seu conhecimento da vida e do ministério de Jesus chegou até ele por meio de “testemunhas oculares” (Lc 1:1-4). Como tais testemunhas se achavam principalmente na Palestina, e Lucas esteve na Palestina ao final da terceira viagem missionária de Paulo (At 21:18), exatamente a viagem que culminou com sua detenção em Jerusalém, é bem provável que tenha sido durante os dois anos em que o apóstolo esteve detido em Cesareia que o evangelho foi escrito. É desnecessário dizer que Lucas acompanhou o apóstolo em sua viagem a Roma para ser julgado pelo imperador – confira o uso da primeira pessoa do plural em At 27:1–28:16.

Destinatário. Ambos, o evangelho e Atos, foram dedicados a um certo Teófilo (Lc 1:3; At 1:1), de quem nada sabemos além do fato de que era um interessado na fé cristã, ou quem sabe um recém-converso (cf. Lc 1:4). Há quem pense que Teófilo fosse uma pessoa influente que poderia ajudar na divulgação tanto do evangelho quanto de Atos. Na antiguidade, talvez ainda mais que hoje, a produção de livros exigia tempo e recursos. Nesse caso, Teófilo seria o patronus libri de Lucas, o que era prática relativamente comum nos tempos de Lucas. Seja como for, a relevância de ambos os livros vai muito além das circunstâncias envolvendo Teófilo ou os leitores do primeiro século, e é por isso que dois mil anos depois continuamos a estudá-los com profundo interesse.

Lucas-Atos. Juntos, esses dois livros de Lucas descrevem os primórdios da igreja cristã, sua origem (a vida e o ministério de Jesus) e conquista do mundo greco-romano (os esforços evangelísticos dos apóstolos, principalmente Paulo). Visto que Lucas se referiu ao evangelho como “o primeiro livro” (At 1:1), é bem provável que esses dois volumes tenham inicialmente circulado juntos, como os volumes um e dois de uma mesma obra. A antiguidade produziu muitos livros assim. É interessante notar que Atos começa no mesmo ponto em que o evangelho termina, ou seja, com as aparições e instruções finais de Jesus aos discípulos, seguidas de Sua ascensão (Lc 24:36-53; At 1:1-11). Posteriormente, quando o cânon do Novo Testamento começou a ser organizado, talvez já no início do segundo século, esses dois livros acabaram sendo separados um do outro pelo Evangelho de João, o último evangelho a ser escrito.

Período. Atos narra os primeiros trinta anos da história da igreja, desde a ascenção de Jesus no ano 31 d.C até o final do primeiro aprisionamento de Paulo em Roma, em 63 d.C. Esse período inclui episódios como o derramamento do Espírito (Pentecostes), a conversão de Paulo e o início das missões gentílicas, sob a liderança do apóstolo. Foram três viagens missionárias ao todo, mais uma quarta viagem a Roma como prisioneiro, o que não impediu o apóstolo de testemunhar de Jesus (At 28:16-31). Foi no decurso de suas viagens (segunda e terceira) e aprisionamento em Roma que Paulo escreveu a maioria de suas epístolas. Após ser liberto pelo imperador, ele ainda voltaria a empreender pelo menos mais uma viagem, dessa vez ao redor do Mar Egeu, e a escrever suas últimas epístolas, 1 e 2 Timóteo e Tito (1Tm 1:3; Tt 1:5; 3:12; 2Tm 4:9-13), até ser preso novamente e executado em Roma por volta do ano 67 d.C. (2Tm 4:6-8). Esses anos finais do apóstolo (63-67 d.C.), porém, são posteriores ao período coberto pelo Livro de Atos.

Tema.  Atos foi escrito para mostrar o cumprimento da comissão evangélica deixada por Jesus aos discípulos (Lc 24:44-49; At 1:6-8). Fundamental nesse processo foi a vinda do Espírito Santo (At 2:1-4) e a posterior conversão de Paulo (At 9:1-19; 22:6-16; 26:9-18), o grande herói de Lucas, a quem ele dedica três quartos do livro. O evangelho é um só, tanto para judeus quanto para gentios (Rm 1:16; 3:29; cf. 2Co 5:15; Cl 3:11; 1Tm 2:4-6; Tt 2:11), e é por isso que ele não podia ficar circunscrito às fronteiras judaicas ou ao povo de Israel. As boas-novas da salvação em Cristo são para todos, independemente de raça, sexo ou posição social. Deus não faz acepção de pessoas e deseja salvar todos igualmente (At 1:8; 2:21, 39; 3:25; 10:28, 34-35). E o relato de Atos mostra como o evangelho saiu das dependências de uma residência qualquer em Jerusalém (At 1:12-14; 2:1) para conquistar o mundo da época, o mundo mediterrâneo, do qual os judeus faziam parte.

Essa conquista, porém, não foi fácil. Os triunfos da igreja apostólica não foram alcançados senão em meio a muitas dificuldades. As principais delas, porém, não vieram de fora, mas de dentro da própria comunidade de fé. Não devemos pensar nesse período como se tudo fosse mil maravilhas. Os apóstolos, inclusive Paulo, eram humanos e sujeitos a fraquezas e limitações. O Livro de Atos não esconde as enormes lutas e obstáculos que Paulo precisou superar da parte de seus próprios irmãos na fé em Jerusalém, incluindo-se os demais apóstolos. Havia muita incompreensão e tabus a ser quebrados. Esses foram anos de debates, controvérsias e superação quando a igreja buscava uma nova identidade que extrapolasse os limites do judaísmo e se tornasse o que é hoje: uma igreja mundial. Em Atos, aprendemos como foi que tudo começou.

 

Comentário da Lição da Escola Sabatina – 3º Trimestre de 2018

Tema Geral: O Livro de Atos dos Apóstolos

Lição 1: 30 de junho a 6 de julho

“Sereis Minhas testemunhas”

Autor: Wilson Paroschi
Professor de Novo Testamento
Southern Adventist University
Collegedale, TN, EUA

Editor: André Oliveira Santos: andre.oliveira@cpb.com.br
Revisora: Josiéli Nóbrega

Esboço da lição da semana

  1. Instruções finais aos discípulos (At 1:1-8)
  2. A ascensão (At 1:9-11)
  3. O preparo para o Pentecostes (At 1:12-14)
  4. A escolha de Matias (At 1:15-26)

I. As intruções finais aos discípulos (At 1:1-8)

O livro de Atos é a continuação do evangelho de Lucas, e começa no mesmo ponto em que o evangelho termina, ou seja, com as aparições de Jesus após a ressurreição e Suas instruções finais aos discípulos (cf. Lc 24:44-53). Apenas Lucas nos informa que o período entre a ressurreição e a ascensão foi de quarenta dias e que o foco dos ensinos de Jesus aos discípulos nesse período foi o reino de Deus (At 1:5).

1. A pergunta dos discípulos sobre o reino

O que levou Jesus a Se concentrar na questão do reino de Deus foi a enorme incompreensão dos discípulos quanto à Sua morte, como foi revelado na pergunta que eles Lhe fizeram: “Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?” (At 1:6; cf. Lc 24:21). O que é o reino de Deus? Em termos simples, o reino de Deus é o governo ou a soberania espiritual de Deus no Universo, e não uma área geográfica delimitada por fronteiras com um governo central e um grupo de súditos, como nos reinos terrestres, ainda que no Antigo Testamento (AT), por causa da eleição de Israel e do conceito de nação santa (cf. Êx 19:5, 6), o reino de Deus se confunda um pouco com um reino político. A noção de reino no ensino de Jesus tem que ser vista à luz do pecado e do fato de Satanás haver usurpado o domínio desta Terra das mãos de Adão (Jo 14:30) e lançado uma enorme sombra de dúvida sobre o caráter e o governo moral de Deus em todo o Universo.

Cristo veio para restabelecer o reino de Deus e Ele o fez por meio da Sua morte (Jo 12:31; 16:11; Ap 12:7-10). Por isso, a mensagem favorita de Jesus desde o início de Seu ministério foi: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos Céus” (Mt 4:17), algo antecipado por João Batista (Mt 3:2).

Porém, por causa do cativeiro babilônico e das muitas ocupações estrangeiras que se seguiram, os judeus começaram a relacionar o reino de Deus com a esperança de um reino terrestre que restaurasse não só a soberania de Jeová sobre todos os deuses (das nações inimigas) como também a dinastia de Davi em Judá. No conturbado período de cerca de quatrocentos anos entre o retorno dos exilados de Babilônia e o nascimento de Jesus, a figura do Messias prometido começou a ser associada mais e mais a um rei que viria para libertar Israel das mãos dos opressores pagãos.

Infelizmente, era isso que os discípulos tinham em mente quando deixaram tudo para seguir Jesus (Mc 9:33, 34; 10:37). A despeito dos esforços Dele para prepará-los para a realidade da Sua morte (Mt 16:21; Mc 10:38; Jo 2:19-22; 10:11, 17, 18; 12:32), mesmo na noite anterior à crucificação (Jo 14:19, 20; 16:16-22), eles continuavam presos à ideia de um Messias e um reino políticos. Isso explica o estado de absoluta desolação em que ficaram em decorrência da cruz. Todos os seus sonhos de glória e independência ruíram completamente (Lc 24:18-21). A ressurreição, porém, fez com que tais sonhos se reavivassem, e foi por isso que eles se aproximaram de Jesus e perguntaram mais esperaçosos do que nunca: “Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel?” (At 1:6).

2. A resposta de Jesus

Foi por causa da incompreensão dos discípulos que Jesus gastou boa parte do período pós-ressurreição instruindo-os quanto à natureza espiritual do reino (At 1:3) e como isso se relacionava com Sua morte, algo que os discípulos finalmente parecem ter compreendido (At 2:22-24, 32, 36; 3:18-26; 4:10, 33; 5:30, 31). É interessante, no entanto, ver como Lucas narra o episódio envolvendo a pergunta do verso 6 de Atos 1 e o que aconteceu em seguida. Em sua resposta, Jesus não tocou na questão do tempo, deixando-a em aberto e mudando o assunto do diálogo para a missão que os discípulos teriam que realizar (At 1:7, 8). Embora a princípio isso também os deixasse confusos quanto à sequência dos eventos finais (a questão do tempo do verso 6), Jesus sabia o que estava fazendo, como veremos na lição três. Ele sabia que, da perspectiva humana, o conceito de um breve retorno, presente na expectativa dos discípulos, principalmente após a ascensão, e o estabelecimento definitivo do reino de Deus no Universo não parecem se harmonizar com uma missão de caráter mundial, que requer tempo.

II. A ascensão (At 1:9-11)

Lucas é o único evangelista a narrar a ascensão de Jesus, e o faz de maneira muito breve (Lc 24:50-53). Em Atos, ela ocupa um versículo apenas (At 1:9). O principal interesse de Lucas parece ter sido a aparição dos anjos e a promessa da volta de Jesus (At 1:10, 11). Duas coisas aqui devem ser destacadas. Primeira, ao deixar os discípulos em suspense quanto ao tempo em que o reino seria restaurado, a promessa dos anjos naturalmente levaria os discípulos a concluir que, assim que cumprissem sua missão mundial, Jesus voltaria. E não havia nada de errado nisso (cf. Mt 24:14). Mas, o ponto é que desdobramentos posteriores em Atos mostram que, com o Pentecostes, os discípulos pensaram que Sua missão mundial já estivesse concluída e que Jesus voltaria num breve espaço de tempo, ainda em seus dias. Trataremos disso na lição três. A segunda coisa importante em relação às palavras dos anjos tem a ver com a maneira da volta de Jesus. Como a ascensão foi visível, Sua volta também seria visível. “Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir” (At 1:11; cf. Ap 1:7). Em nenhum lugar as Escrituras sugerem que Jesus voltará de forma invisível, como alguns afirmam. Ao contrário, Ele virá “com poder e grande glória” (Lc 21:27) e um número incontável de anjos (Mt 25:31; Lc 9:26).

III. A preparação para o Pentecostes (At 1:12-14)

Empolgados com a possibilidade de um breve retorno de Seu amado Mestre, os discípulos retornam ao cenáculo em Jerusalém – a ascensão havia ocorrido do lado oriental do Monte das Oliveiras, nas cercanias de Betânia (Lc 24:50). Nunca é demais repetir que o cenáculo (em latim, cenaculum) era apenas um cômodo no segundo pavimento de uma casa qualquer, em geral das famílias mais abastadas. Tais cômodos costumavam ser alugados para atividades ou ocasiões específicas (Lc 22:7-13). A Bíblia não nos informa se esse foi o mesmo cenáculo em que Jesus tivera a última ceia com os discípulos ou outro qualquer (cf. Jo 20:19, 26). O essencial aqui é destacar como os discípulos e aqueles que os acompanhavam aguardaram a vinda do Espírito: com intensa oração (At 1:14), algo que eles certamente haviam aprendido com o próprio Jesus (Lc 3:21; 6:12; 9:28; 18:1; 22:39-46; cf. 11:1). Aqui há uma importante lição para nós. Não há outra forma de se receber o Espírito senão por meio de fervora oração. Na verdade, não há vida cristã saudável senão por meio da oração. O que a respiração é para o corpo, a oração é para a alma. Nada pode substituí-la como fonte de poder e vida. ¹

IV. A escolha de Matias (At 1:15-26)

Não está claro porque os apóstolos quiseram substituir Judas. Talvez porque Jesus havia escolhido doze (Lc 9:1-6) e prometido que eles se assentariam em tronos para julgar as doze tribos de Israel (Lc 22:28-30). Os doze, com Matias agora no lugar de Judas (At 1:26), formavam um grupo único na igreja primitiva. Como aqueles que acompanharam Jesus em Seu ministério terrestre (Mc 3:14), eles eram testemunhas da Sua ressurreição (At 1:21, 22) e depositários de Seus ensinos (Mt 28:20), e, portanto, os responsáveis pelo doutrinamento da igreja (At 2:42; 5:42). Como tais, eles não deixaram substitutos. Ninguém que viesse depois deles poderia ser apóstolo no sentido técnico ou autoritativo como eles o foram. Ninguém sobre a Terra tem ou jamais teve a mesma prerrogativa que eles, à exceção de Paulo, que também foi uma testemunha da ressurreição e foi especialmente chamado por Deus para ser apóstolo aos gentios (1Co 9:1; 15:7; Gl 1:15, 16). A chamada sucessão apostólica, portanto, segundo a qual a autoridade eclesiástica foi transmitida pelos apóstolos de forma ininterrupta através dos séculos até os nossos dias, não tem qualquer base bíblica e é rejeitada pela grande maioria das igrejas protestantes. O legado dos apóstolos são seus escritos: os livros que formam o cânon do NT e que, juntamente com as Escrituras do AT, são nossa única regra de fé e prática.²

Conclusão

Pontos a ser enfatizados em classe:

– A natureza espiritual do reino de Deus
– O significado da morte de Jesus para o estabelecimento do reino de Deus
– A certeza da ressurreição (At 1:3)
– A missão de testemunhar a todo o mundo (At 1:8) e o que significa o ato de testemunhar
– A promessa da segunda vinda de Jesus (At 1:11)
– O papel da oração na vida cristã
– O legado dos apóstolos para a igreja

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¹ Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 228.
² Nisto Cremos, p. 289. Veja também Ellen G. White, Evangelismo, p. 256; Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 416; O Grande Conflito, p. 9, 595.

Autor do comentário:

Wilson Paroschi ensinou na Faculdade de Teologia do Unasp, Engenheiro Coelho, por mais de trinta anos. Desde janeiro deste ano, é professor de Novo Testamento na Southern Adventist University, em Collegedale, Tennessee, Estados Unidos. Ele é PhD em Novo Testamento pela Andrews University (2004) e realizou estudos de pós-doutorado na Universidade de Heidelberg, na Alemanha (2011).