Leia: O ANO BÍBLICO com a bíblia NVI e a Meditação Matinal - Maranata, O Senhor Vem! - Ellen G.White

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - QUARTO TRIMESTRE DE 2018

Criação e queda – Lição 1

 

Introdução

A história do povo de Deus começa com a criação do homem e sua queda trágica no pecado. Toda tentativa de compreender a natureza da unidade na igreja deve começar com o plano original de Deus na criação e, em seguida, com a necessidade de restauração após a queda. (LP, 6)

Conceito-chave para o crescimento espiritual: O plano de Deus para a humanidade é de unidade e harmonia. Enquanto aguarda a restauração completa da unidade, possível por intermédio de Cristo, o povo de Deus é chamado para ser representante de Seu amor e de Sua graça.

Para o professor: A discussão inicial tem por base uma história verdadeira. Ela convida a refletir sobre o impacto de uma atitude. Ao discutir a história com sua classe, enfatize o impacto desse ato nos relacionamentos e nas emoções. (LP, 15)

Domingo, ao ponto!

DiretoDaLição: O livro de Gênesis declara que Deus criou a humanidade à Sua imagem, algo que não é dito sobre nenhuma outra criatura no relato da criação. “Também disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme a Nossa semelhança […]. Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:26, 27). Embora os teólogos tenham discutido durante séculos a natureza exata dessa imagem, assim como a natureza do próprio Deus, muitas passagens das Escrituras apresentam a natureza de Deus como sendo “amor”. (LP, 7)

Segunda, ao ponto!

DiretoDaLição: As consequências da queda foram enormes. A desobediência de Adão e Eva iniciou o rompimento de uma interdependência harmoniosa entre todas as formas de vida. Pior ainda, ela deu início à desunião, à discórdia e às divisões que existem até hoje. A desarmonia foi vista imediatamente quando Adão e Eva procuraram colocar a culpa da queda nos outros (Gn 3:12, 13). (LP, 8)

Terça, ao ponto!

DiretoDaLição: Os eventos seguintes relatados pela Bíblia após o Dilúvio são a construção da Torre de Babel, a confusão dos idiomas e, em seguida, a dispersão das pessoas, que até então tinham falado uma única língua. “Segundo o propósito divino, os seres humanos deviam estar unidos através do elo da verdadeira religião. Quando a idolatria e o politeísmo quebraram esse elo espiritual interior, eles perderam não só a unidade de religião, mas também o espírito de fraternidade. Um projeto como essa torre, com o objetivo de preservar por meios exteriores a unidade interior perdida, jamais seria bem-sucedido” (Comentário Bíblico Adventista, v. 1, p. 278). (LP, 9)

DiretoAoPonto: Satanás foi expulso do céu (Ap 12:9); Adão e Eva, do Édem (Gn 3:23,24) e Caim, da presença do Senhor (Gn 4:16). Enfatize que o pecado não só trás separação, mas promove o medo.

Quarta, ao ponto!

DiretoAoPonto: Como pai de todos os cristãos, Abraão nos apresenta alguns elementos básicos e centrais da unidade cristã.

Ele obedeceu (Hb 11:8); peregrinou (esse é o exercício da fé – em ação); praticou a obediência (Hb 11:9, 10); ele acreditou (com base nessa resposta, Deus o justificou pela fé (Rm 4:1-3) e ele ofertou: a maior prova para a fé de Abraão veio quando Deus pediu que ele sacrificasse Isaque no monte Moriá (Gn 22:1-19; Hb 11:17-19).

Quinta, ao ponto!

DiretoDaLição: Ao chamar Abraão para ser Seu servo, Deus escolheu para Si um povo para representá-Lo. Esse chamado e eleição foi um ato de amor e graça de Deus. O chamado do Senhor a Israel foi fundamental para Seu plano de restauração da humanidade após a devastação e desunião causada pela queda. O amor de Deus pela humanidade está no centro da eleição de Israel como Seu povo. Deus fez uma aliança com Abraão e seus descendentes para preservar o conhecimento Dele por meio de Seu povo e para promover a redenção da humanidade (Sl 67:2). (LP, 11)

Conclusão ao ponto

Resumo: O plano de Deus na criação era que a humanidade vivesse harmoniosamente e em unidade. A desobediência causou uma interrupção no plano divino. No entanto, o Senhor chamou Abraão para estabelecer um povo por meio do qual Ele pudesse manter viva a promessa de restauração encontrada apenas em Cristo.