Leia: O ANO BÍBLICO com a bíblia NVI e a Meditação Matinal - Maranata, O Senhor Vem! - Ellen G.White

LIÇÃO DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2018

Lição 1 – A influência do materialismo

Publicado em 29 de dezembro de 2017por 

 

(30/12) – sábado – Introdução

Lição nova. Dinâmica nova. E, para não começar errado, o conveniente é dar uma olhada na Lição inteira, página por página, título por título. Assim, vamos entender por onde o autor vai transitar, até que a sua ideia se complete lá na Lição 13. E o professor deve ficar atento a isso, evitando construir um raciocínio diferente para cada Lição. Uma coisa é transmitir um estudo a ser completado durante o tempo; outra, ter que ir consertando ideias que não são as da Escola Sabatina.

Neste trimestre, vamos usar a Bíblia quase que toda (50 dos 66 livros, sendo 27 do VT e 23 do NT). Do Espírito de Profecia teremos citações tiradas de 24 livros. Isso demonstra que o assunto é complexo, e necessita de diversas fontes – se bem que, ao mesmo tempo, prova que possui base para tanto. Além disso, muitos dos nossos irmãos nos darão mais clareza, contando as suas próprias experiências com Deus.

Tenho absoluta certeza que o Espírito Santo conduziu as mentes que prepararam a Lição, assim como vai orientar a nossa para a compreensão da mesma.

Irmãos, nosso Senhor Jesus Cristo em breve voltará. Sabemos disso. Mas é verdade que há pessoas que não sabem. Então, que Deus nos use. De forma completa. Total. Integral. Que toda a nossa vida seja orientada para o preparo individual e também para o preparo de um grande povo – os remidos do Senhor – a grande multidão de remidos.

Bem, para iniciar, vamos começar pelo começo. Antes de falar do “mordomo”, falemos do “Dono” da casa. Falemos de Deus – o nosso Deus.

Gênesis 1:1 O apresenta como Deus “Criador”. O Deus que cria. Que faz. Que opera para que “haja”. E que haja em conformidade com o Seu caráter. Santo. Perfeito. Bom. Belo. Para sempre.

Tanto na devoção pessoal quanto nos cultos da igreja, devemos lembrar que não estamos tratando com Alguém diferente do que a Bíblia apresentou na “semana da criação”. Ele não Se diminuiu em nada. Ele “continua” a ser porque “é” Santo, Perfeito, Bom, Belo, Eterno. Portanto, o mal planejado, o mal organizado e o mal executado deveriam ser banidos de nossa “mordomia”. Uma coisa é ser e fazer de forma “simples”; outra, simplesmente tudo ser de última hora, de improviso, desleixado.

Irmãos, a primeira ideia que precisamos ter em relação a “mordomia” é que Deus é Deus, e a Ele toda honra e toda glória. A mordomia começa pela “adoração”, que brota do reconhecimento que Deus é Digno de toda honra e de toda glória. Portanto, não somos nós que O damos. É Ele quem nos dá. Mordomia não é algo daqui para lá, mas de lá para cá. Nós, por Sua graça, “correspondemos”.

Depois de falar do “Dono” (Se bem que muito mais pode e deve ser falado), falemos do “primeiro” mordomo – falemos de Adão.

Adão foi presenteado com este mundo (santo, perfeito, bom), e eleito o seu mordomo. Foi colocado em suas mãos o governo de tudo o que Deus havia criado aqui na Terra. Adão foi constituído representante de “Deus”!

Irmãos, isso não é pouco não! Criado à imagem e semelhança de Deus, a Adão foi dado o privilégio de administrar as coisas de Deus! Mordomo de um pedacinho do Céu!

Bem, de igual forma, muito mais pode e deve ser falado, mas, por agora, precisamos entrar no contexto da Lição desta semana, que diz que o pecado entrou, e que os valores do mordomo foram alterados – não os valores do Dono, mas os do mordomo – e que o coração da humanidade passou a dar mais valor ao que foi criado do que ao Criador – que o ser humano passou a dar valor ao que é secundário como se este fosse o principal. A Lição diz que o coração do mordomo mudou!

Ainda bem que Deus não muda. Seu coração não mudou. E, por isso, não desistiu de nós, e continua a nos influenciar através de Sua Palavra – que é bastante clara quanto a esse conflito. Está escrito: “Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).

Milhares de irmãos nos dão a alegria de nos acompanhar na leitura da Meditação Matinal. Fique junto com a gente aqui também! Leia a de hoje – basta clicar aqui.

(31/12) – domingo – O Deus deste mundo

A intenção principal do inimigo é afastar a humanidade de Deus. Mais e mais. Cada vez mais. Tudo o que faz tem isso por objetivo. A sua vida se resume em nos separar do amor de Deus.

Como ele não consegue fazer Deus Se separar de nós, busca fazer com que nós nos separemos de Deus. E, para isso, trabalha com vários ingredientes – sendo que a Lição vai indicar um deles: o materialismo – que tem se demonstrado bastante eficaz (pelo menos para a maioria dos seres humanos). E o sucesso é enorme! Caem nessa cilada os ricos, a classe-média e os pobres; não-cristãos e cristãos; membros de igrejas e pastores; não-adventistas e adventistas; eu, e talvez vocês.

1Timóteo 6 precisa ser lido (bem lido). Precisamos meditar nessas palavras inspiradas. Paulo fala de valores espirituais. E o interessante é que não fala simplesmente em “ter”, mas em “ser”.

Aqui vamos citar apenas um trechinho, mas é conveniente que vocês leiam o capítulo inteiro. Disse Paulo: “Nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas” (1Timóteo 6:7 a 11).

Esses versos nos remetem aos de Cristo, que disse em voz suave e cheia de certeza: “Não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós muito mais do que as aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida? E por que andais ansiosos quanto ao vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé? Portanto, não vos inquieteis, dizendo: ‘Que comeremos? Que beberemos?’ Ou: ‘Com que nos vestiremos?’ Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu Reino e a Sua justiça” (Mateus 6:25 a 33).

Interessante! A Bíblia não nos ensina a “ociosidade”. Ela não estimula a comer sem trabalhar. A Palavra de Deus não dá vez para o preguiçoso. É com o suor do nosso rosto que traremos comida para a nossa mesa. Porém – eis a questão – isso não significa que o suor é o principal. E nem o trabalho. E nem a comida. E nem a casa. E nem nós mesmos. Jesus coloca o “ponto” no “i”: Deus. É Deus quem cuida de cada um de nós. É Ele quem supre cada uma das nossas necessidades.

E Jesus sobe o tom da conversa, mais ainda, com essas palavras: “Que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida?” (Mateus 16:26)

Irmãos, penso que o título para hoje tenha sido de propósito. Em vez de “deus” com “d” minúsculo, foi usado “Deus” com “D” maiúsculo. Somos acostumados a falar do dinheiro como deus deste mundo. A Lição quer que olhemos para o Céu! Deus é o Deus deste mundo! Ele é o Criador. Ele disse “haja”, e “houve”. Portanto, coloque a sua vida nas mãos dAquele que cuida verdadeiramente de você.

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje – basta clicar aqui.

(01/01) – segunda – Enchendo os celeiros

Jesus estava ensinando o seguinte para a multidão ao Seu redor: “Não se preocupem com aqueles que levam vocês para a morte. O pensamento deve estar voltado é para Aquele que vai cuidar da ressurreição de vocês! Hoje, Ele sabe até mesmo quantos fios de cabelo vocês têm!

Nesse ponto, um homem que estava no meio da multidão Lhe falou: ‘Mestre, ordena a meu irmão que reparta comigo a herança’. Mas Jesus [olhando para elerespondeu: ‘Homem, quem Me constituiu juiz ou partidor entre vós?’ Então, [olhando para a multidãorecomendou: ‘Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui’. E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: ‘O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? E disse: Farei isto: destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então, direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus’” (Lucas 12:13 a 21).

Não sei se aquele homem era surdo ou se era louco (ou os dois). Jesus estava falando sobre os valores que realmente valem. Falava de Deus. Falava da vida após a ressurreição. Por sinal, é nesta passagem que Ele fala da blasfêmia contra o Espírito Santo – ou seja – da pessoa que não busca o perdão de Deus – que vai para a morte sem ter sido perdoado por Deus. Mas esse surdo e louco faz a obra do inimigo, trazendo o pensamento de todos para o materialismo.

Ora, mesmo sem a sua parte na herança, ele estava vivo! Ele não estava com a herança terrena, mas ele estava com Jesus!

A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” – o celeiro verdadeiro não é aquela construção no canto da fazenda – os frutos verdadeiros não são os que o mundo dá. Importa ter no coração as palavras de Jesus, e distribuí-las.

[[Irmãos, outra boa linha de raciocínio é explorar o caráter do fazendeiro da parábola. Sua abundância, que era dádiva de Deus, deveria servir a humanidade, mas ele preferiu guardar para si mesmo. Porém, quem optar por seguir essa linha, não esqueça de sua própria história]].

Vamos começar a ler a 1ª Meditação Matinal de Ellen White no Brasil (a de 1953). Nos dê a alegria de sua companhia! Leia aqui conosco! Basta clicar aqui.

(02/01) – terça – A fascinação do materialismo

Na Lição de domingo, comentei que o inimigo trabalha e trabalha incansavelmente para nos manter afastados de Deus – e que usa o materialismo como uma de suas ferramentas para tal propósito. Na de ontem, vimos que uma pessoa estava na multidão em torno de Cristo, e que o Mestre falava que o Pai do Céu é tão atencioso, mas tão, que sabe até mesmo quantos fios de cabelo temos em nossa cabeça – mas essa “propaganda” não lhe chamou a atenção.

Bem, na de hoje, a Lição comenta que o inimigo tem se servido da “publicidade” para nos provocar. (O problema não está na ciência da “publicidade”, mas no modo como tem sido usada, sob as ordens do inimigo). Como serpente, através de sutis palavras, ele fascinou Eva. Ela passou a ver o que não existia. Ela passou a admirar o que foi inventado pelo pai da mentira. E hoje, a publicidade tem sido usada para propósitos semelhantes. Ela mostra o caminho largo. A porta larga.

Estou relendo o livro “O Grande Conflito”. Irmãos, Wycliffe, Huss e Lutero combateram, primeiramente, o materialismo manifestado pela Igreja! Homens que diziam ser representantes das riquezas espirituais eram fascinados por riqueza material! E põe material nisso! Tudo faziam pelo vil metal! Tudo!!! E essa praga tem atravessado os séculos, e distancia mais e mais a criatura de seu Criador.

“As tentações de Satanás apresentam coisas terrenas e as tornam todo-envolventes e atrativas, de modo que as realidades celestiais são eclipsadas e o apego ao mundo posto em primeiro plano. E isso se tem tornado tão grande em poder que unicamente a Onipotência o pode deslocar. A obra de Satanás é acorrentar os sentidos a este mundo” (Nossa Alta Vocação, pág. 283 – Meditação Matinal de 06/10/1962).

“[O inimigo] estabelece planos engenhosos para atrair homens e mulheres a ser dominados pelo apetite. Prazeres vis e insatisfatórios são tornados relevantes nesta era degenerada. Satanás lança sua fascinação sobre esses divertimentos, os quais eclipsam as coisas eternas” (Olhando Para o Alto, pág. 33 – Meditação Matinal de 25/01/1983).

“Caso a mente se demore de contínuo nas coisas temporais, elas se tornam todo-absorventes, afetando o caráter, de modo que a glória de Deus se perde de vista e é esquecida. […]

Se permitíssemos que nosso espírito se demorasse mais em Cristo e no mundo celestial, encontraríamos poderoso estímulo e auxílio em pelejar as batalhas do Senhor. O orgulho e o amor ao mundo perderão o poder ao contemplarmos as glórias daquela Terra melhor, que tão cedo será nossa pátria. Ao lado da beleza de Cristo, todos os atrativos terrestres parecerão de pouco valor” (Filhos e Filhas de Deus, pág. 105 – Meditação Matinal de 08/04/1956).

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(03/01) – quarta – Amor próprio

Penso que quem tem “um” tende a se imaginar melhor do que aquele que “nada” tem. Quem tem “dois”, tende o mesmo sobre esses de menor posse. Mas também não ignoro que o que menos tem tende a desejar conquistar mais. Podemos exemplificar isso com as entrevistas que vemos a respeito da mega-sena. Raro o entrevistado que diz não desejar “ganhar” sozinho. Raro! A grande maioria revela que o mau está fazendo seu estrago. A maioria fala de um celeiro bem grande, muito grande, porque em sua imaginação o valor será todinho seu. (Se jogássemos e se déssemos entrevista, o que falaríamos?)

Bem, esse processo não termina aí. Faz parte do materialismo. É o objetivo do inimigo. Então, diante desse apego aos valores materiais (tendo ou imaginando ter), revela-se o que a Lição chama de “amor próprio”. Notem: o materialismo não cria amor próprio – ele revela o amor próprio que já temos dentro de nós. A pessoa precisa “ter” para satisfazer o amor que já tem por si mesmo. “Ter” mais para alimentar ainda mais esse amor próprio.

A Palavra de Deus orienta: “Pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um” (Romanos 12:3).

“A Bíblia não condena ninguém por ser rico, uma vez que haja adquirido suas riquezas honestamente. Não o dinheiro, mas o amor do dinheiro é a raiz de todos os males. É Deus que dá aos homens poder para adquirir fortuna; e nas mãos daquele que agir como mordomo de Deus, empregando seus meios altruistamente, a fortuna é uma bênção – tanto para seu possuidor como para o mundo” (A Ciência do Bom Viver, pág. 212).

“É Deus quem dá força aos homens para adquirirem riqueza e Ele concede este dom não como um meio de satisfazermos a nós mesmos, mas para que devolvamos a Deus o que Lhe pertence. Com este objetivo em vista, não é pecado adquirir fortuna. O dinheiro deve ser ganho pelo trabalho. Todo jovem deve ser ensinado a adquirir hábitos de diligência. A Bíblia não condena alguém por ser rico, se adquiriu fortuna honestamente. É o apego egoísta ao dinheiro, e seu emprego indevido, que é a raiz de todos os males. A riqueza será uma bênção se a considerarmos como sendo do Senhor; se a recebermos com gratidão e, de igual maneira, a devolvermos ao Doador” (Minha Consagração Hoje, pág. 116 – Meditação Matinal de 22/04/1953).

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(04/01) – quinta – A total futilidade do materialismo

A Lição de hoje propõe um fechamento extraordinário para a semana. Excelente! Fala de “identidade”. Ou nos identificamos com o nosso Criador ou nos identificamos com as nossas posses.

Diz a Lição: “O materialismo é uma forma de desordem de identidade. Isso significa que, para muitos de nós, nossa identidade se funde com nossos bens. Nossas posses se tornam nosso deus”.

No Espírito de Profecia encontramos esse texto:

“O inimigo hoje compra indivíduos a preço bem baixo. ‘Por nada fostes vendidos’ (Isaías 52:3) é a linguagem das Escrituras. Um vende a alma pelos aplausos do mundo, outro por dinheiro; um para satisfazer a paixões baixas, outro por diversões mundanas. Essas transações são efetuadas diariamente. Satanás faz ofertas por aqueles que são aquisição do sangue de Cristo, e compra-os a baixo preço, apesar do preço infinito pago pelo seu resgate” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 5, pág. 133).

Irmãos, vamos aprender bastante neste novo trimestre. Nada de justificação pelas obras, nos imaginando aqueles mordomos! O foco será o Dono. Veremos o quanto Deus tem sido bom e generoso conosco. Veremos o quanto tem sido fiel a cada um de nós. Ele nos ama tanto, mas tanto, que veio viver entre nós, na pessoa de Jesus Cristo, e deu a Sua vida para nos resgatar. Ele nos criou. Ele nos resgatou!

Deus nos abençoe. Que o trimestre seja ótimo!

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(05/01) – sexta – Conclusão

“Agora, exatamente agora, é nosso tempo de graça, quando nos devemos preparar para o Céu. Cristo deu a vida para que pudéssemos fruir essa graça. Mas enquanto durar o tempo, Satanás lutará pelo domínio sobre nós. Ele atua com poder para levar os homens a se absorverem na busca ao dinheiro. Inventa muitas espécies de diversões, de modo que seu pensamento seja dominado pelos prazeres mundanos. Quer ele que se esqueçam de tudo acerca do adorno interior – o adorno de um espírito manso e quieto – que, à vista de Deus, é de grande preço. Está ele resolvido a fazer que cada um de seus momentos seja tomado pelos empenhos de levar a efeito projetos ambiciosos, ou de divertir-se e satisfazer o próprio eu. Está resolvido a fazer que o homem não encontre tempo para estudar a Palavra de Deus, não tenha tempo para reconhecer que foi comprado por bom preço, isto é, o sangue do Filho de Deus.

Satanás usa sua influência para abafar a voz de Deus e a voz da consciência; e o mundo age como se estivesse sob o seu controle. Os homens o escolheram como seu líder. … Absortos em esquemas de prazer e entretenimento, lutam por aquilo que perece com o uso. …

Os sinais dos tempos, a cumprir-se rapidamente, declaram que o grande dia do Senhor está iminente. Naquele dia, porventura, dever-se-á dizer de nós: ‘Este homem foi chamado por Deus, mas não quis ouvir, não quis dar atenção. Repetidamente o Espírito lhe tocou o coração, mas ele disse: ‘Vai-te por agora; em ocasião conveniente te chamarei.’ Esse homem viu o sacrifício do Salvador numa luz belíssima, porém alguma coisa de menos importância se insinuou, cativando-lhe o coração. … Toda influência da graça celestial foi por ele rejeitada?’ […]

Cristo está pronto para libertar-nos do pecado, mas não força a vontade; e se pela persistente transgressão a vontade estiver inteiramente inclinada ao mal, e não desejarmos ser libertados, não querendo aceitar a Sua graça, que mais poderá Ele fazer? Nós mesmos nos destruímos, por nossa deliberada rejeição de Seu amor” (Nos Lugares Celestiais, pág. 346 – Meditação Matinal de 05/12/1968).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt