Leia: O ANO BÍBLICO com a bíblia NVI e a Meditação Matinal - Maranata, O Senhor Vem! - Ellen G.White

LIÇÃO DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2018

Lição 11 – O selo de Deus ou a marca da besta?

Publicado em 8 de junho de 2018por 

 

(09/06) – SÁBADO – Introdução

A Lição desta semana é esplêndida. Com fatos proféticos marcantes, todos completamente positivos. Uma beleza!

Vamos tratar sobre o verdadeiro e o falso dia de guarda. Consideraremos o que diz a Lei de Deus e o que dirá a lei dos homens. Veremos que, num futuro próximo, de um lado ficarão os obedientes, e, do outro, os desobedientes.

Mas, antes de avançar, permitam-me uma consideraçãozinha caseira, para nós, adventistas; entre nós, guardadores do sétimo dia: Como está o nosso sábado? Temos conhecimento teórico sobre o sábado e o domingo, mas como está o nosso sábado? Temos uma mensagem para aqueles que nada sabem a respeito do verdadeiro sábado, mas como está o nosso sábado?

Jesus tem sido o Senhor do nosso sábado? Encontramos Jesus no sábado? Descansamos no Senhor?

Porventura, quando está terminando o sábado, ficamos desejosos que a semana passe rápido? Nos preparamos para o recebimento do próximo sábado?

Irmãos, pode ser que estejamos com os olhos muito fixos no decreto dominical, e nos esqueçamos do nosso sábado. Portanto, vamos estudar o tema desta semana primeiramente reconsagrando o nosso compromisso com o sábado do Senhor. Eu tenho certeza que o Senhor do sábado vai nos ajudar nisso. Certeza!

Uma ótima semana, irmãos! Nas bênçãos de Deus!

Temos milhares de leitores para a Meditação Matinal de Ellen White. Junte-se a nós! Seja mais um nessa jornada por assuntos relacionados com a Palavra de Deus. Leia a de hoje – basta clicar aqui.

(10/06) – DOMINGO – O sinal de Deus identifica Seu povo

Deus propôs uma “Aliança” a Abraão. Não era nova. Era a repetição da que havia sido feita com Adão. A mesmíssima! E a exigência era a mesma também: “Obediência”.

A “obediência” é, portanto, o sinal que identifica o povo de Deus. “Se Me amais, guardareis os Meus Mandamentos” (João 14:15).

Por uma questão de demonstração externa, de lembrança de compromisso, no Velho Testamento Deus instituiu a circuncisão. No Novo Testamento, o batismo. Mas o “sinal” continuava sendo o mesmo: “Obediência”.

Mas essa “obediência” não se limitava a apenas ser circuncidado ou ser batizado. É uma obediência ampla, total, completa. Tem a ver com o coração inteiro. Tem a ver com a vida toda. “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Apocalipse 2:10).

Bem, sabendo disso, o inimigo tem atacado o povo de Deus. E o faz não na circuncisão e nem no batismo, mas em algo que transcende a tudo isso: o sábado.

Irmãos, o sábado é de uma importância enorme! Deus deu o sábado antes da entrada do pecado. Desde o tempo “santo” e “perfeito”, já existia o sábado. E, desde aquele tempo, da humanidade já se exigia “obediência”.

É importante entender que o pecado afetou a humanidade, mas não afetou nem Deus e nem a Sua ordem. O pecado e o pecador irão findar, mas a ordem de Deus não. A obediência era, é, e será exigida por todo o sempre. Com ou sem a existência de Satanás, a obediência será requerida eternamente.

Então, se a circuncisão sincera e verdadeira revelava obediência, e se o batismo sincero e verdadeiro revela obediência, a observância sincera e verdadeira do sábado também revela a obediência exigida por Deus. É “sinal” que reconhecemos o Senhor do sábado como o nosso Senhor também.

Somos o Seu povo. Ele é o nosso Senhor.

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(11/06) – SEGUNDA – A besta e a falsa adoração

Como estamos falando desde o começo do trimestre, a questão central do grande conflitoé a “adoração”.

Deus não somente é digno de adoração, mas é o único digno de adoração. O único!!!

Mas a Bíblia revela que o dragão quer “adoração” para si – e, por isso – deu poder e autoridade para a besta que veio do mar, para que esta, ao mudar “os tempos e a Lei”, com o apoio da besta que veio da terra, faça a humanidade “desobedecer” a Lei de Deus – ou seja, “obedecer” a ela – a besta – se bem que, na realidade, isso significaria estar prestando obediência ao dragão – o que, em última análise, significaria estar adorando não mais a Deus, mas ao dragão, a serpente, a Satanás.

Irmãos, está aí o motivo de o inimigo usar Roma papal, com o suporte dos Estados Unidos, para, através de um decreto humano, mudar o dia de descanso – mudar a Lei de Deus – trocar o sábado pelo domingo. E quem não estiver atento aos Escritos Sagrados, pensará estar adorando a Deus, mas estará redondamente enganado quanto a isso.

Quanto a nós, somos convidados por Deus a continuamente examinar as Escrituras e a levar esclarecimento aos demais Seus filhos, de modo a ajudá-los a sair desse emaranhado que o pai da mentira inventou.

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(12/06) – TERÇA – O selo de Deus

Irmãos, Deus nos oferece a salvação, mas nem todos seremos salvos.

Ele nos concedeu o livre-arbítrio, e respeita tal dádiva. Então, se não usarmos a nossa liberdade de escolha em conformidade com a salvação, não seremos salvos. Ele não vai salvar quem não quer ser salvo!

Bem, considerando a pessoa que aceita a salvação, nesse momento de aceitação ela é selada por Deus. Recebe o selo de Deus. Deus valida a sua salvação. Aceita os méritos de Jesus em seu favor. E enquanto segue a vida consagrada ao Senhor, mantém o selo sobre si. E caso venha a falecer, estará selada para a manhã da ressurreição.

Mas há um selamento especial reservado para um futuro próximo. O selamento final. E sobre este selamento definitivo, está escrito:

“Quando se encerrar a mensagem do terceiro anjo, a misericórdia não mais pleiteará em favor dos culpados habitantes da Terra. O povo de Deus terá cumprido a sua obra. Recebeu a ‘chuva serôdia’, o ‘refrigério pela presença do Senhor’, e acha-se preparado para a hora probante que diante dele está. No Céu, anjos apressam-se de um lado para o outro. Um anjo que volta da Terra anuncia que a sua obra está feita; o mundo foi submetido à prova final, e todos os que se mostraram fiéis aos preceitos divinos receberam ‘o selo do Deus vivo’. Cessa então Jesus de interceder no Santuário Celestial. Levanta as mãos e com grande voz diz: ‘Está feito’; e toda a hoste angélica depõe suas coroas, ao fazer Ele o solene aviso. ‘Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, seja santificado ainda’. Todos os casos foram decididos para vida ou para morte” (O Grande Conflito, pág. 613, capítulo 39 – “Aproxima-se o tempo de angústia”).

Leitura adicional: “Quem são os 144 mil?”, em Leia e Compreenda Melhor a Bíblia – clique aqui. 

(13/06) – QUARTA – A marca da besta

Sendo que a “obediência” é o sinal que nos identifica como “povo de Deus”, a desobediência revela que não fazemos parte do povo de Deus.

Sendo que o obediente tem Deus como seu Senhor, o desobediente tem outro ser como seu senhor.

Sendo que o obediente “adora” a Deus, o desobediente adora a Satanás.

No Livro de Daniel, Deus revelou que o poder e a autoridade do animal terrível e espantoso, que em Apocalipse é chamado de besta que veio do mar, são orientadas de maneira a mudar os tempos e a Lei.

A história da igreja cristã prova que, de forma especial, o ataque ao sábado cumpre essa profecia. A instituição do domingo é a forma da besta marcar o desobediente como sua propriedade.

“Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá esclarecimento bastante para fazer inteligentemente a sua decisão” (O Grande Conflito, pág. 605, capítulo 38 – “O último convite Divino”).

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(14/06) – QUINTA – O sábado como o selo

O sábado é um memorial. Nos traz à lembrança que Deus é o Criador. E sendo o Criador, Ele é digno de receber honras e glórias. Digno de toda adoração. De toda admiração. De toda reverência. E é justo que seja obedecido. E foi Ele mesmo quem selou o sábado como lembrança de tudo isso.

Então, o inimigo, para mudar o centro de nossa adoração, muda o sábado. Para não darmos nosso coração completa e absolutamente a Deus, engana a humanidade com um dia espúrio.

“O sábado será a pedra de toque da lealdade; pois é o ponto da verdade especialmente controvertido. Quando sobrevier aos homens a prova final, traçar-se-á a linha divisória entre os que servem a Deus e os que não O servem. Ao passo que a observância do sábado espúrio em conformidade com a lei do Estado, contrária ao quarto Mandamento, será uma declaração de fidelidade ao poder que se acha em oposição a Deus, é a guarda do verdadeiro sábado, em obediência à Lei divina, uma prova de lealdade para com o Criador. Ao passo que uma classe, aceitando o sinal de submissão aos poderes terrestres, recebe o sinal da besta, a outra, preferindo o sinal da obediência à autoridade divina, recebe o selo de Deus” (O Grande Conflito, pág. 605, capítulo 38 – “O último convite Divino”).

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(15/06) – SEXTA – Conclusão

“Mas, enquanto Jesus permanece como intercessor do homem no santuário celestial, a influência repressora do Espírito Santo é sentida pelos governantes e pelo povo. Essa influência governa, ainda, até certo ponto, as leis do país. Não fossem estas, e a condição do mundo seria muito pior do que ora é. Conquanto muitos de nossos legisladores sejam ativos agentes de Satanás, Deus também tem os Seus instrumentos entre os principais homens da nação. O inimigo incita seus servos a que proponham medidas que estorvariam grandemente a obra de Deus; mas estadistas que temem o Senhor são influenciados por santos anjos para que se oponham a essas propostas, com argumentos irretorquíveis. Assim, um pequeno grupo de homens sustará poderosa corrente de males. A oposição dos inimigos da verdade será restringida a fim de que a mensagem do terceiro anjo possa efetuar a sua obra. Quando for dada a advertência final, prenderá a atenção das pessoas influentes por meio de quem o Senhor está agora a operar, e algumas delas a aceitarão, e manter-se-ão com o povo de Deus durante o tempo de angústia” (O Grande Conflito, págs. 610 e 611, capítulo 38 – “O último convite Divino”).

Lembrem-se de ler a Meditação Matinal de hoje. Escolhemos a 1ª da senhora White no Brasil (ano 1953) – basta clicar aqui.

Lição da Escola Sabatina 2018 – Comentário feito por Carlos Bitencourt