LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - SEGUNDO TRIMESTRE DE 2019

Ellen White : Lição 11 – Família de Fé 

 


SÁBADO A TARDE – 08 DE JUNHO 2019 – INTRODUÇÃO

Cada um terá de enfrentar provações. […] Se vocês olharem a Jesus […] serão conduzidos através de cada provação, e suportando-as com paciência, vocês se tornarão mais fortes para resistir à experiência seguinte, à próxima prova.

É unicamente a estreiteza de nossa visão que nos impede de discernir a benignidade de Deus na disciplina a que Ele sujeita Sua igreja, bem como nas grandes bênçãos que providencia. Em todos os tempos de aflição e confusão, Deus é um firme refúgio para Seu povo. À sombra de Sua proteção eles podem bem a salvo guardar-Lhe o caminho. Na aflição designada a purificá-los, o poder do evangelho deve ser sua consolação. Possuem uma fortaleza na segura Palavra de Deus (Nossa Alta Vocação [MM 1962], p. 315).

Deus deseja que Seus servos se lembrem que, a fim de O glorificarem, têm que demonstrar sua afeição aos que mais necessitam dela. Ninguém, entre as pessoas que entram em contato conosco, deve ser negligenciado. Nenhum egoísmo por expressão, nem por palavra, nem por ato, deve ser manifestado para com o próximo, seja qual for sua posição, seja ela elevada ou baixa, de rico ou de pobre. O amor que só dirige palavras bondosas a uns, ao passo que outros são tratados com frieza e indiferença, não é amor, mas egoísmo. Não atuará, de maneira alguma, para o bem da humanidade, nem para a glória de Deus. Não podemos limitar nosso amor a um ou a dois objetos.

Aqueles que recolhem para si o brilho da justiça de Cristo e recusam permitir que este resplandeça sobre a vida de outros, logo perderão os suaves e brilhantes raios da graça celestial, egoistamente reservados para serem prodigamente concedidos sobre alguns. […] Não devemos permitir que o indivíduo congregue ao seu redor uns poucos escolhidos, não dando coisa alguma aos que são mais necessitados. Nosso amor não se deve restringir a pessoas especiais. Quebrem o vaso, e o perfume encherá toda a casa (Minha Consagração Hoje [MM 1953, 1989], p. 80).

A missão do lar se estende para além do círculo de seus membros. O lar cristão deve ser uma lição prática que ponha em relevo a excelência dos princípios verdadeiros da vida. […] Muito mais poderosa que qualquer sermão pregado é a influência de um verdadeiro lar, no coração e na vida. Ao deixarem um lar assim, os jovens ensinarão as lições que aí aprenderam. […]

De todo lar cristão deve resplandecer uma santa luz. O amor deve se revelar nas ações. Deve promanar de toda a relação doméstica, mostrando-se em uma bondade meditada, em uma cortesia gentil, abnegada. Há lares em que esse princípio é praticado, lares em que Deus é adorado, e em que reina o mais verdadeiro amor. Destes lares as orações matutinas e vespertinas sobem a Deus como incenso suave, e Suas misericórdias e bênçãos descem sobre os suplicantes como o orvalho da manhã. […]

Todos podem ver que há na família uma influência em atividade, a qual afeta os filhos, e que o Deus de Abraão está com eles. Se os lares dos professos cristãos tivessem um molde religioso correto, exerceriam uma poderosa influência para o bem. Seriam na verdade “a luz do mundo” (A Fé Pela Qual Eu Vivo [MM 1959], p. 278).


DOMINGO, 09 DE JUNHO 2019 – RETENHA O QUE É BOM

Cristo não reconhece qualquer distinção étnica, cor ou classe como necessários para que alguém se torne súdito do Seu reino. A admissão ao Seu reino não depende de riqueza ou de superior hereditariedade. Mas os que são nascidos do Espírito são súditos de Seu reino. É o caráter espiritual que será reconhecido por Cristo. O Seu reino não é deste mundo. Seus súditos são os que participam da natureza divina, havendo escapado da corrupção que pela concupiscência há no mundo. E esta graça é-lhes dada por Deus. Cristo não encontra súditos já habilitados para o Seu reino, mas Ele os qualifica pelo Seu divino poder. Os que morreram em ofensas e pecados são revividos para a vida espiritual. As habilidades que Deus lhes deu para santos propósitos são refinadas, purificadas e exaltadas, e eles são levados a formar caracteres segundo a semelhança divina. […] (A Maravilhosa Graça de Deus [MM 1974], p. 46).

Quão cuidadosamente agiu o Senhor para vencer o preconceito contra os gentios, que tão firmemente se fixara na mente de Pedro pela sua educação judaica! Pela visão do lençol e seu conteúdo, procurou Ele despir o espírito do apóstolo deste preconceito, e ensinar a importante verdade de que no Céu não há acepção de pessoas; que judeus e gentios são igualmente preciosos à vista de Deus; que por meio de Cristo os pagãos podem ser participantes das bênçãos e privilégios do evangelho. […]

Quando os irmãos na Judeia ouviram que Pedro havia entrado na casa de um gentio e tinha pregado aos que ali estavam reunidos, ficaram surpresos e escandalizados. Receavam que tal conduta, que a eles parecia presunçosa, tivesse como resultado contrariar seu próprio ensino. […]

Pedro lhes expôs toda a questão. […] Convictos de que a conduta de Pedro estava em direto cumprimento ao plano de Deus, e que seus preconceitos e exclusivismo eram inteiramente contrários ao espírito do evangelho, glorificaram a Deus, dizendo: “Na verdade até aos gentios deu Deus o arrependimento para a vida.” (Vidas Que Falam [MM 1971], p. 335).

Embora o muro de separação entre judeus e gentios tivesse sido quebrado pela morte de Cristo, levando aos gentios os privilégios totais do evangelho, o véu ainda não havia sido tirado dos olhos de muitos crentes judeus, e eles não podiam discernir claramente o fim daquilo que tinha sido abolido pelo Filho de Deus. O trabalho agora devia prosseguir vigorosamente entre os gentios, e disso devia resultar o fortalecimento da igreja mediante uma farta colheita de almas.

Os apóstolos, neste seu trabalho especial, estariam expostos a suspeitas, preconceitos e ciúmes. Como consequência natural de sua saída do exclusivismo judaico, suas doutrinas e ideias estariam sujeitas à acusação de heresia, e suas credenciais de ministros do evangelho seriam postas em dúvida por muitos judeus zelosos e crentes (História da Redenção, p. 303, 304).


SEGUNDA-FEIRA, 10 DE JUNHO 2019 – O PODER DA CULTURA SOBRE A FAMÍLIA

Abraão tinha aceitado sem pôr em dúvida a promessa de um filho, mas não esperou que Deus cumprisse a palavra no tempo e maneira que Ele o entendia. Foi permitida uma demora para provar sua fé no poder de Deus; mas ele não pôde suportar a prova. Achando impossível que lhe fosse dado um filho em sua avançada idade, Sara sugeriu, como um plano pelo qual o propósito divino poderia se cumprir, que uma de suas servas fosse tomada por Abraão como segunda mulher. A poligamia havia se tornado tão espalhada que tinha deixado de ser considerada pecado; mas nem por isso deixava de ser uma violação da lei de Deus, e era de resultado fatal à santidade e paz na relação da família. Do casamento de Abraão com Hagar resultaram males, não somente para a sua própria casa, mas para as gerações futuras (Patriarcas e Profetas, p. 145).

Os filhos de Jacó estavam […] contaminados em algum grau com a idolatria. Deus não sancionou a conduta cruel e vingativa dos filhos de Jacó para com os siquemitas. Jacó era ignorante do propósito deles, até que a sua obra de crueldade foi executada. Ele repreendeu seus filhos, e lhes disse que eles o afligiram, para o fazerem odioso entre os habitantes da terra. E por causa da maldade deles, as nações vizinhas manifestariam sua indignação, destruindo a ele e a sua casa. Em sua aflição, Jacó invoca novamente a Deus. […]

Jacó se humilhou, e exigiu que os membros de sua família se humilhassem e pusessem de lado todos os seus ornamentos, pois ele deveria fazer expiação por seus pecados, oferecendo um sacrifício a Deus, para que Ele lhes fosse favorável e não permitisse que fossem destruídos por outras nações. Deus aceitou os esforços de Jacó para remover o erro de sua família, e lhe apareceu, e lhe abençoou, e renovou a promessa que lhe havia sido feita, porque o Seu temor estava diante dele (Spiritual Gifts, v. 3, p. 136, 137).

A tristeza de Esdras e seus associados com respeito aos males que traiçoeiramente haviam penetrado no próprio coração da obra do Senhor, produziu arrependimento. Muitos dos que haviam pecado, foram profundamente tocados. “O povo chorava com grande choro” (Ed 10:1). Em grau limitado começaram a sentir a odiosidade do pecado, e o horror com que Deus o considera. Eles viram a santidade da lei anunciada no Sinai, e muitos tremeram ao pensamento da transgressão da mesma. […]

Um dos presentes, de nome Secanias […] propôs que todos os que tinham transgredido fizessem um concerto com Deus de renunciar ao pecado, e que isto fosse adjudicado “conforme a lei.”

Este foi o início de uma reforma maravilhosa. Com infinita paciência e tato, e com cuidadosa consideração pelos direitos e bem-estar de cada pessoa envolvida, Esdras e seus associados lutaram por levar os penitentes de Israel ao caminho reto. Esdras era sobretudo um ensinador da lei; e ao dar atenção pessoal ao exame de cada caso, ele procurou impressionar o povo com a santidade desta lei, e a bênção a ser alcançada pela obediência (Profetas e Reis, p. 622).


TERÇA-FEIRA, 11 DE JUNHO 2019 – SUSTENTANDO  A FAMÍLIA NOS TEMPOS DE MUDANÇA

[A] trama do inimigo foi derrotada por um Poder que reina entre os filhos dos homens. Na providência de Deus, Ester, judia que temia ao Altíssimo, tinha sido escolhida como rainha do reino da Medo-Pérsia. Mardoqueu era um seu parente chegado. Na sua situação extrema, eles decidiram apelar a Xerxes em favor do seu povo. Ester devia aventurar-se a ir a sua presença como intercessora. “Quem sabe”, dizia Mardoqueu, “se para tal tempo como este chegaste a este reino?” (Et 4:4).

A crise que Ester enfrentava demandava ação fervorosa e imediata; mas tanto ela quanto Mardoqueu sentiam que a menos que Deus operasse poderosamente em seu favor, seus próprios esforços seriam vãos. Assim Ester tomou tempo para comunhão com Deus, a fonte de sua força. “Vai”, mandou ela dizer a Mardoqueu, “ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas moças também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não é segundo a lei; e, perecendo, pereço” (Et 4:16; Profetas e Reis, p. 601).

Entre os que se mantiveram obedientes a Deus estavam Daniel e seus três companheiros – nobres exemplos do que os homens podem tornar-­se quando unidos com o Deus de sabedoria e poder. Da comparativa simplicidade de seu lar judaico, esses jovens de linhagem real foram levados à mais magnificente das cidades, e introduzidos na corte do maior monarca do mundo. Nabucodonosor “disse a Aspenaz, chefe dos seus eunucos, que trouxesse alguns dos filhos de Israel, e da linhagem real e dos nobres, mancebos em quem não houvesse defeito algum, formosos de parecer, e instruídos em toda a sabedoria, sábios em ciência, e entendidos no conhecimento, e que tivessem habilidade para viverem no palácio” […] (ibid., p. 480).

Daniel e seus companheiros tinham sido educados por seus pais nos hábitos da estrita temperança. Tinham sido ensinados que Deus lhes pediria contas de suas faculdades, e que jamais deveriam diminuí-las ou enfraquecê-las. Esta educação havia sido para Daniel e seus companheiros o meio de sua preservação entre as desmoralizantes influências da corte de Babilônia. Fortes eram as tentações que os rodeavam nessa corte corrupta e luxuosa, mas eles permaneceram incontaminados. Nenhuma força, nenhuma influência poderia afastá-los dos princípios que tinham aprendido no limiar da vida mediante estudo da Palavra e obras de Deus […]

A aprovação de Deus era-lhe mais cara que o favor do mais poderoso potentado da Terra – mais cara mesmo que a própria vida. Ele se determinou permanecer firme em sua integridade, fossem quais fossem os resultados. Ele “assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Dn 1:8). E nesta resolução foi apoiado por seus três companheiros (ibid., p. 482, 483).


QUARTA-FEIRA, 12 DE JUNHO 2019 – RUMO Á FÉ  DA PRIMEIRA GERAÇÃO

Antes que se extinguisse a geração que tinha recebido instruções de Josué, a idolatria fez pequeno avanço; mas os pais haviam preparado o caminho para a apostasia de seus filhos. O desacato às restrições do Senhor por parte daqueles que entraram na posse de Canaã, disseminou sementes de males, as quais continuaram a produzir amargos frutos por muitas gerações. Os hábitos simples dos hebreus lhes haviam assegurado saúde física; mas a associação com os gentios determinou a condescendência com o apetite e paixão, o que diminuiu gradualmente a força física e enfraqueceu as capacidades mentais e morais. Pelos seus pecados os israelitas foram separados de Deus; Sua força foi removida deles, e não mais podiam prevalecer contra seus inimigos. Assim foram levados sob a sujeição das mesmas nações que por intermédio de Deus haviam subjugado (Patriarcas e Profetas, p. 544, 545).

O coração que recebe a Palavra de Deus não é como um poço que se evapora, nem como uma cisterna rota que não retém suas águas. É como a torrente da montanha, alimentada por fontes permanentes, cujas águas frígidas e borbulhantes saltam de rocha em rocha, refrigerando o cansado, o sedento, o carregado de cargas. É como um rio a fluir constantemente, e que se torna mais profundo e mais amplo à medida que avança, até que suas vivificantes águas se espalham sobre toda a terra. A corrente que rola murmurejando em seu curso, deixa após si a dádiva da vegetação e frutos. A grama na encosta é mais fresca, as árvores mais ricas em verdura, as flores são mais abundantes. Quando a terra fica desnuda e escura sob o escaldante calor do verão, uma linha de verdura assinala o curso do rio.

Assim é com o verdadeiro filho de Deus. A religião de Cristo revela-se como um princípio difusivo e vitalizante, uma energia espiritual operante e viva. Quando o coração é aberto à influência celestial da verdade e do amor, esses princípios fluirão de novo como torrentes no deserto, fazendo que apareçam frutos onde agora há esterilidade e penúria (Profetas e Reis, p. 233, 234).

Se vocês são filhos de Deus, são participantes de Sua natureza, e não podem deixar de ser semelhantes a Ele. Todo filho vive pela vida de seu pai. Se vocês são filhos de Deus – gerados por Seu Espírito – vivam pela vida de Deus. Em Cristo habita “corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2:9); e a vida de Cristo se manifesta “em nossa carne mortal” (2Co 4:11). Essa vida em vocês produzirá o mesmo caráter e manifestará as mesmas obras que nele produziu. Assim vocês estarão em harmonia com todo preceito de Sua lei; pois “a lei do Senhor é perfeita e refrigera a alma” (Sl 19:7). Mediante o amor, “a justiça da lei” será cumprida em nós, “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm 8:4; O Maior Discurso de Cristo, p. 78).


QUINTA-FEIRA, 13 DE JUNHO 2019 – MENSAGEIROS DO SÉCULO 21

O mundo todo é um vasto campo missionário, e nós, que temos conhecido há longo tempo a mensagem evangélica, deveríamos ser animados do pensamento de que lugares outrora de tão difícil acesso são agora facilmente penetrados. Países até agora fechados ao evangelho estão abrindo as portas, e suplicando que se lhes explique a Palavra de Deus. Reis e príncipes estão abrindo portas longamente cerradas, convidando os arautos da cruz para entrar. A seara é na verdade grande. Somente a eternidade há de revelar os resultados dos bem dirigidos esforços agora feitos.

A Providência está indo adiante de nós, e o Infinito Poder está colaborando com os esforços humanos. Cegos, na verdade, devem ser os olhos que não veem a operação do Senhor, e surdos os ouvidos que não ouvem o chamado do verdadeiro Pastor a Suas ovelhas.

Cristo anseia por estender o Seu domínio a todo espírito humano. Anela imprimir Sua imagem e caráter em toda alma. Quando Ele estava na Terra, ansiava por simpatia e cooperação, para que Seu reino se pudesse estender e abranger o mundo inteiro. Esta Terra é a possessão por Ele comprada, e Ele quer que os homens sejam livres e puros e santos. “Pelo gozo que Lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta” (Hb 12:2). […] Os gentios Lhe serão dados como herança, e as extremidades da Terra como Sua possessão. “O trabalho da Sua alma Ele verá e ficará satisfeito” (Is 53:11; Obreiros Evangélicos, p. 27, 28).

Quando o apóstolo Paulo começou seu ministério em Corinto, populosa, rica e ímpia cidade, poluída pelos revoltantes vícios do paganismo, disse: “Nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e Este crucificado” (1Co 2:2). […]

Hoje, como no tempo de Cristo, a obra do reino de Deus não se acha a cargo dos que reclamam o reconhecimento e apoio dos dominadores terrestres e das leis humanas, mas dos que estão declarando ao povo, em Seu nome, as verdades espirituais que operarão, nos que as recebem, a experiência de Paulo: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20). Então eles trabalharão, como Paulo, em benefício dos homens. Disse ele: “De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos pois da parte de Cristo que vos reconcilieis com Deus” (2Co 5:20; O Desejado de Todas as Nações, p. 510).

Se pensássemos e falássemos mais em Jesus, e menos em nós mesmos, teríamos muito mais de Sua presença. Se permanecermos Nele, estaremos tão repletos de paz, fé e coragem, e teremos uma experiência tão vitoriosa para relatar quando nos reunimos, que outros serão reanimados por nosso claro e vigoroso testemunho de Deus. Esses preciosos reconhecimentos para louvor da glória de Sua graça, quando reforçados por uma vida semelhante à de Cristo, têm irresistível poder, que contribui para a salvação de pessoas (Exaltai-O [MM 1992], p. 250).


SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO 2019 – ESTUDO ADICIONAL

  • Profetas e Reis, capítulo 39, “Na Corte de Babilônia”, p. 479-490.
  • Caminho a Cristo, capítulo 13, “Alegria no Senhor”, p. 115-126.