Leia: O ANO BÍBLICO com a bíblia NVI e a Meditação Matinal - Maranata, O Senhor Vem! - Ellen G.White

LIÇÃO DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2018

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Verso para Memorizar:
 “Grandes e admiráveis são as Tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei das nações!” (Ap 15:3).

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Trechos em destaque extraídos dos originais 
e ausentes na versão física do comentário.

Sábado à tarde, 9 de junho

Dentro de pouco tempo Jesus virá para salvar Seus filhos e dar-lhes o toque final da imortalidade. Este corpo corruptível se revestirá da incorruptibilidade, e este corpo mortal se revestirá da imortalidade. As sepulturas se abrirão, e os mortos sairão vitoriosos, clamando: "Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?" I Cor. 15:55. Os nossos queridos, que dormem em Jesus, sairão revestidos da imortalidade.
E, ao ascenderem os remidos aos Céus, abrir-se-ão os portais da cidade de Deus de par em par, e neles entrarão os que observaram a verdade. Ouvir-se-á uma voz mais bela que qualquer música que já soou aos ouvidos mortais, dizendo: "Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo." Mat. 25:34. Então os justos receberão sua recompensa. Sua vida correrá paralela à vida de Jeová. Lançarão suas coroas aos pés do Redentor, tangerão as harpas de ouro e encherão todo o Céu de bela música (Conselhos sobre Mordomia, p. 350). 

Nosso Senhor demora-Se porque “é longânimo para conosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem a arrependimento”. 2 Pedro 3:9. Quando nós, porém, com todos os remidos, estivermos em pé no mar de vidro, com harpas de ouro e coroas de glória, e diante da imensidão da eternidade, veremos então como foi curto o período de espera e provação. “Bem-aventurados aqueles servos, os quais, quando o Senhor vier, achar vigiando!” Lucas 12:37. 
Vivemos em um tempo em que todos devem especialmente dar ouvidos à recomendação do Salvador: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação.” Mateus 26:41. Conserve cada um em mente que ele deve ser verdadeiro e leal a Deus, crendo na verdade, crescendo na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. O convite do Salvador, é: “Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.” Mateus 11:29. O Senhor está disposto a ajudar-nos, a fortalecer-nos e abençoar-nos; importa, porém, que passemos pelo processo de purificação até que todas as impurezas de nosso caráter sejam consumidas. Todo membro da igreja será submetido à fornalha, não para consumir, mas para purificar (Testemunhos para a Igreja, v. 5, p. 485). 

Agora a Igreja é militante. Agora temos de enfrentar um mundo de trevas, quase inteiramente dado à idolatria. ... Mas está chegando o dia em que será travada a batalha e ganha a vitória. A vontade de Deus deve ser feita na Terra como o é nos Céus. As nações dos remidos não conhecerão outra lei senão a lei dos Céus. Constituirão todos uma família feliz e unida, revestida com as vestes de louvor e ações de graças - as vestes da justiça de Cristo. Toda a natureza, em sua arrebatadora formosura, oferecerá a Deus um tributo de louvor e adoração. O mundo será banhado com a luz do Céu. A luz da Lua será como a luz do Sol, e a luz do Sol será sete vezes maior do que é hoje. Os anos decorrerão na alegria. Sobre essa cena, as estrelas da manhã cantarão em uníssono, e os filhos de Deus exultarão de alegria, enquanto Deus e Cristo Se unirão proclamando: "Não haverá mais pecado nem morte" (Maranata, o Senhor Vem [MM 1977], p. 356).

Domingo, 10 de junho: O sinal de Deus identifica Seu povo

O rito da circuncisão foi dado a Abraão como "selo da justiça da fé quando estava na incircuncisão". Rom. 4:11. Deveria ser observado pelo patriarca e seus descendentes como sinal de que eram dedicados ao serviço de Deus e assim separados dos idólatras, e de que Deus os aceitava como Seu tesouro peculiar. Por meio deste rito comprometiam-se a satisfazer, por sua parte, as condições do concerto feito com Abraão. Não deveriam contrair matrimônio com os gentios; pois, assim fazendo, perderiam sua reverência para com Deus e Sua santa lei; seriam tentados a entregar-se às práticas pecaminosas de outras nações, e seduzidos à idolatria (Patriarcas e Profetas, p. 138).

Fazendo do batismo o sinal de entrada para o Seu reino espiritual, Cristo o estabeleceu como condição positiva à qual têm de atender os que desejam ser reconhecidos como estando sob a jurisdição do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Antes que o homem possa obter abrigo na igreja, antes de transpor mesmo o limiar do reino espiritual de Deus, deve receber a impressão do nome divino: "O Senhor, Justiça Nossa." Jer. 23:6.
Simboliza o batismo soleníssima renúncia do mundo. Os que ao iniciar a carreira cristã são batizados em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, declaram publicamente que renunciaram o serviço de Satanás, e se tornaram membros da família real, filhos do celeste Rei. Obedeceram ao preceito que diz: "Saí do meio deles, e apartai-vos... e não toqueis nada imundo." II Cor. 6:17. Cumpriu-se em relação a eles a promessa divina: "E Eu vos receberei; e Eu serei para vós Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor todo-poderoso" (II Cor. 6:17 e 18; Evangelismo, p. 307).

O santo dia de repouso de Deus foi feito para o homem, e os atos de misericórdia se acham em perfeita harmonia com seu desígnio. ...
A obra no Céu não cessa nunca, e o homem não deve descansar de fazer o bem. O sábado não se destina a ser um período de inútil inatividade. A lei proíbe trabalho secular no dia de repouso do Senhor; o labor que constitui o ganha-pão, deve cessar; nenhum trabalho que vise prazer ou proveito mundanos, é lícito nesse dia; mas como Deus cessou Seu labor de criar e repousou ao sábado, e o abençoou, assim deve o homem deixar as ocupações da vida diária, e devotar essas sagradas horas a um saudável repouso, ao culto e a boas obras (O Desejado de Todas as Nações, p. 207).

O sinal da obediência, é a observância do sábado do quarto mandamento. Se os homens observarem o quarto mandamento, observarão todo o resto. Não foi voz humana que falou a Moisés, dando-lhe o sábado como sinal. "Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis Meus sábados, porquanto isso é um sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica. Portanto, guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será extirpada do meio do Seu povo" (Êxo. 31:12-14; Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, p. 134, 135).

Segunda, 11 de junho: A besta e a falsa adoração

O Senhor do Céu permite que o mundo escolha a quem eles querem ter como soberano. Leiam todos atentamente o décimo terceiro capítulo do Apocalipse, pois ele tem que ver com todo instrumento humano, grande ou pequeno. Todo ser humano precisa decidir-se, ou a favor do Deus vivo e verdadeiro, que concedeu ao mundo o memorial da Criação no sábado do sétimo dia, ou a favor de um falso sábado, instituído por homens que se exaltaram acima de tudo que se chama Deus ou se adora, e que se imbuíram dos atributos de Satanás, oprimindo os leais e sinceros que guardam os mandamentos de Deus. Esse poder perseguidor imporá a adoração da besta insistindo na observância do sábado que ele instituiu. Assim ele blasfema de Deus, assentando-se "no templo de Deus, querendo parecer Deus" (II Tess. 2:4; Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 424).

A substituição do verdadeiro pelo falso é o último ato do drama. Quando esta substituição se tornar universal, Deus Se revelará. Quando as leis humanas forem exaltadas acima das leis de Deus, quando os poderes da Terra procurarem obrigar os homens a guardar o primeiro dia da semana, sabei que é chegado o tempo para Deus atuar. Ele Se levantará em Sua majestade, e sacudirá terrivelmente a Terra. Sairá do Seu lugar para punir os habitantes do mundo por sua iniquidade. A Terra descobrirá o seu sangue e já não encobrirá aqueles que foram mortos (Maranata, o Senhor Vem [MM 1977], p. 260). 

Como povo, temos sido grandemente humilhados com o procedimento que alguns de nossos irmãos ocupantes de cargos de responsabilidade têm tido ao se apartarem dos limites antigos. Há os que, com o objetivo de executar os seus planos, através das palavras negam a sua fé. Isso revela a pouca confiança que podemos depositar na sabedoria e critério humanos. Agora, como nunca antes, precisamos ver o perigo de ser incautamente desviados da fidelidade aos mandamentos de Deus. É necessário reconhecer que Deus nos confiou uma mensagem categórica de advertência para o mundo, assim como confiou a Noé a mensagem de advertência para os antediluvianos. Que o nosso povo se guarde de amesquinhar a importância do sábado, unindo-se aos incrédulos. Guarde-se de desconsiderar os princípios de nossa fé, fazendo aparentar que não há mal em conformar-se com o mundo. Que se guarde de atentar para o conselho de alguém, qualquer que seja a sua posição, que vá de encontro àquilo que Deus estabeleceu para manter o Seu povo separado do mundo. 
O Senhor está provando Seu povo, para ver quem se manterá fiel aos princípios de Sua verdade. Nossa tarefa consiste em proclamar ao mundo a primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Na desincumbência de nossas obrigações não devemos menosprezar nem temer os adversários. Não consta da ordem divina que, por meio de contratos, nos liguemos aos que não pertencem à nossa fé. Devemos tratar com bondade e cortesia os que se recusam a ser fiéis a Deus, mas nunca a eles nos unir em concílios que visem aos interesses vitais de Sua obra. (Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 107).

Terça, 12 de junho: O selo de Deus

O selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento. Unicamente este, entre todos os dez, apresenta não só o nome mas o título do Legislador. Declara ser Ele o Criador dos céus e da Terra, e mostra, assim, o Seu direito à reverência e culto, acima de todos. Fora deste preceito, nada há no Decálogo que mostre por autoridade de quem foi dada a lei. Quando o sábado foi mudado pelo poder papal, o selo foi tirado da lei. Os discípulos de Jesus são chamados para que o restabeleçam, exaltando o sábado do quarto mandamento à sua devida posição como monumento do Criador e sinal de Sua autoridade (O Grande Conflito, p. 452).

Quando findar nossa labuta terrestre, e Cristo vier buscar Seus filhos fiéis, resplandeceremos então como o Sol no reino de nosso Pai. Antes que venha, porém, esse tempo, tudo que é imperfeito em nós terá sido visto e deixado de lado. Toda inveja e ciúme, e ruins suspeitas, e todo plano egoísta terão sido banidos da vida (Mente, Caráter e Personalidade, p. 43).

Com todas as faculdades que nos foram dadas por Deus, estamos procurando alcançar a medida da estatura de homens e mulheres em Cristo? Estamos buscando Sua plenitude, chegando cada vez mais alto, procurando atingir a perfeição de Seu caráter? Quando os servos de Deus chegarem a esse ponto, eles serão selados em suas frontes. O anjo relator declarará: "Feito está!" Apoc. 22:11. Eles estarão completos nAquele a quem pertencem pela criação e pela redenção (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 427).

O verdadeiro povo de Deus, os que possuem o espírito da obra do Senhor e levam a sério a salvação das pessoas, verá sempre o pecado em seu caráter real, maligno. Estarão sempre a favor de lidar de maneira fiel e positiva com os pecados que facilmente assaltam o povo de Deus. Em especial na obra final da igreja, no tempo do selamento dos cento e quarenta e quatro mil que hão de permanecer irrepreensíveis diante do trono de Deus, sentirão muito profundamente os erros do professo povo de Deus. (Testemunhos para a Igreja, v. 3, p. 266).

Quarta, 13 de junho: A marca da besta

A mensagem do terceiro anjo foi enviada ao mundo, advertindo as pessoas contra o recebimento da marca da besta ou da sua imagem na fronte ou na mão. Receber essa marca significa tomar a mesma decisão da besta e advogar as mesmas ideias dela, em direta oposição à Palavra de Deus. Acerca de todos aqueles que recebem essa marca, Deus diz: "Também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro".
Se a luz da verdade é apresentada, revelando o sábado do quarto mandamento e mostrando que não há fundamento na Palavra de Deus para a observância do domingo, e se mesmo assim vocês se apegarem ao falso dia de repouso, recusando-se a guardar o sábado que Deus chama de "Meu santo dia", então vocês receberão a marca da besta. Quando ocorrerá isso? Quando vocês obedecerem ao decreto que lhes ordena deixar de trabalhar no domingo para adotar a Deus. Cientes de que não há uma só palavra na Bíblia que mostre ser o domingo outra coisa além de um dia comum de trabalho, vocês consentirão em receber a marca da besta e recusarão o selo de Deus (Maranata, o Senhor Vem [MM 1977], p. 209) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1095).

Se recebermos essa marca em nossa fronte ou em nossa mão, os juízos pronunciados contra os desobedientes cairão também sobre nós. Mas o selo do Deus vivo é colocado sobre aqueles que conscientemente guardam o sábado do Senhor (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 1095).

A grande apostasia, que se está desenvolvendo e aumentando e tornando-se mais forte... continuará nesta marcha até que o Senhor desça do Céu com um clamor. Devemos apegar-nos aos primeiros princípios de nossa fé e prosseguir em força e crescimento de fé. Devemos sempre conservar a fé consolidada pelo Espírito Santo de Deus, desde os primeiros eventos de nossa experiência até o tempo presente. Precisamos agora de mais ampla, mais profunda, mais ardente e inamovível fé na direção do Espírito Santo. Se no princípio precisamos da manifesta prova do poder do Espírito Santo para confirmar a verdade, após a passagem do tempo, precisamos hoje de toda evidência na confirmação da verdade, quando pessoas estão se apartando da fé e dando ouvidos a espíritos sedutores e doutrinas de demônios. Não deve haver nenhuma pessoa desanimando agora.
Se nunca houve um período de tempo em que necessitamos do poder do Espírito Santo em nossos discursos, em nossas orações, em toda ação proposta, é agora. Não devemos deter-nos na primeira experiência, mas enquanto levamos a mesma mensagem ao povo, essa mensagem deve ser fortalecida e ampliada. Devemos ver e reconhecer a importância da mensagem confirmada por sua origem divina. Devemos prosseguir em conhecer o Senhor para que saibamos que Sua vinda é preparada como a manhã. Nossa alma precisa do despertamento da Fonte de todo poder. Podemos ser fortalecidos e confirmados na experiência passada, que nos firma nos pontos essenciais da verdade que nos tornaram adventistas do sétimo dia (Olhando para o Alto [MM 1983], p. 392).

Quinta, 14 de junho: O sábado como o selo

O quarto mandamento, que Roma se empenhou em pôr de lado, é o único preceito do Decálogo que aponta para Deus como o Criador dos céus e da Terra, distinguindo, assim, o verdadeiro Deus, de todos os falsos deuses. O sábado foi instituído para comemorar a obra da criação, e assim dirigir a mente dos homens para o Deus vivo e verdadeiro. O Seu poder criador é citado nas Escrituras como prova de que o Deus de Israel é superior às divindades pagãs. Tivesse sido o sábado sempre guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam sido dirigidos para o seu Criador como objeto de reverência e culto, e jamais teria existido um idólatra, um ateu ou um infiel.
Essa instituição que aponta para Deus como Criador, é um sinal de Sua justa autoridade sobre os seres que criou. A mudança do sábado é o sinal, a marca, da autoridade da igreja católica. Aqueles que, compreendendo os reclamos do quarto mandamento, escolhem observar o falso em lugar do verdadeiro sábado, estão por esse meio rendendo homenagem ao único poder que isto autorizou (A História da Redenção, p. 382, 383). 

"A importância do sábado como memória da criação consiste em conservar sempre presente o verdadeiro motivo de se render culto a Deus" - porque Ele é o Criador, e nós as Suas criaturas. "O sábado, portanto, está no fundamento mesmo do culto divino, pois ensina esta grande verdade da maneira mais impressionante, e nenhuma outra instituição faz isso. O verdadeiro fundamento para o culto divino, não meramente o daquele que se realiza no sétimo dia, mas de todo o culto, encontra-se na distinção entre o Criador e Suas criaturas. Este
fato capital jamais poderá tornar-se obsoleto, e jamais deverá ser esquecido." - História do Sábado, J. N. Andrews. Foi para conservar esta verdade sempre perante o espírito dos homens que Deus instituiu o sábado no Éden; e, enquanto o fato de que Ele é o nosso Criador continuar a ser razão por que O devamos adorar, permanecerá o sábado como sinal e memória disto. Tivesse sido o sábado universalmente guardado, os pensamentos e afeições dos homens teriam sido dirigidos ao Criador como objeto de reverência e culto, jamais tendo havido idólatra, ateu, ou incrédulo. A guarda do sábado é um sinal de lealdade para com o verdadeiro Deus, "Aquele que fez o céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas". Apoc. 14:7. Segue-se que a mensagem que ordena aos homens adorar a Deus e guardar Seus mandamentos, apelará especialmente para que observemos o quarto mandamento (O Grande Conflito, p. 437, 438).

A morte de Cristo prova o grande amor de Deus pelo homem. É o penhor de nossa salvação. Remover do cristianismo a cruz, seria como apagar do céu o Sol. A cruz nos aproxima de Deus, reconciliando-nos com Ele. Com a enternecedora compaixão do amor de um pai, Jeová considera o sofrimento que Seu Filho teve de suportar para salvar a raça da morte eterna, e nos recebe no Amado.
Sem a cruz não teria o homem união com o Pai. Dela depende toda a nossa esperança. Daí brilha a luz do amor do Salvador; e quando ao pé da cruz o pecador contempla Aquele que morreu para salvá-lo, pode rejubilar-se com grande alegria, pois seus pecados estão perdoados. Ao ajoelhar-se em fé junto à cruz, alcançou ele o mais alto lugar que o homem pode atingir.

Sexta, 15 de junho: Estudo adicional

Primeiros Escritos, "O Selamento", p. 36.