Leia: O ANO BÍBLICO com a bíblia NVI e a Meditação Matinal - Maranata, O Senhor Vem! - Ellen G.White

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA - SEGUNDO TRIMESTRE DE 2018

Lição 13 – A volta do nosso Senhor JESUS

Semana de 23 a 29 de Junho

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular, sênior, no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário complementa o estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com – marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

Verso para memorizar: “Assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até no ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do Homem” (Mat. 24:27).

 

Introdução de sábado à tarde

Nesta semana estudaremos sobre a volta de JESUS. O verso acima não deixa dúvidas: não será secreta ou por um arrebatamento secreto, e os outros nem iriam notar, continuando vida normal. Ele voltará nas nuvens com todos os Seus anjos (Mat. 24:31), com toques de trombetas, muita músicaAlém disso, os mortos santos ressuscitam e isso também deverá ser visto. Esse evento marca o fim do sofrimento dos servos de DEUS, mas ainda não exatamente o fim do mundo, que ocorrerá mil anos depois, quando tudo for destruído pelo fogo para o início de um novo mundo sem traços de pecado.

“Diz Paulo: “O mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de Arcanjo, e com a trombeta de Deus.” I Tess. 4:16. E o Salvador declara: “Verão o Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. … Assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra até no Ocidente, assim há de ser a vinda do Filho do homem.” Mat. 24:30 e 27. Ele deverá ser acompanhado de todas as hostes celestiais. O Filho do homem virá em Sua glória, “e todos os santos anjos, com Ele”. Mat. 25:31. “Ele enviará os Seus anjos com rijo clangor de trombeta, os quais ajuntarão os Seus escolhidos.” Mat. 24:31.

“À Sua vinda, os justos que estiverem mortos ressuscitarão, os vivos serão transformados. “Nem todos dormiremos”, diz Paulo, “mas todos seremos transformados, num momento num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade.” I Cor. 15:51-53. E em sua carta aos tessalonicenses, depois de descrever a vinda do Senhor, diz ele: “Os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.” I Tess. 4:16 e 17” (CRISTO em Seu Santuário, 51).

 

  1. Primeiro dia: O Dia do Senhor

A expressão “Dia do Senhor” tem dupla aplicação: trata-se do sábado, o sétimo dia da semana e também do tempo das pragas, o ajuste de contas com as pessoas do mundo inteiro, sejam os salvos, sejam os ímpios. Aqui estudaremos a segunda conotação, o juízo final.

A Bíblia diz que o Dia do Senhor virá como um ladrão, quando muitos não estiverem esperando (1 Tessalonicenses 5:2). Tanto Paulo como Pedro associam o fato do Dia do Senhor ser comparado à chegada de um ladrão, ao despreparo e incredulidade daqueles que não esperam a vinda de Jesus e até mesmo zombam dessa possibilidade, sendo surpreendidos diante dessa gloriosa vinda (I Tessalonicenses 5:4, II Pedro 3:3-5). A maior parte da população mundial vai blasfemar do Eterno, fazendo pouco caso de Sua Palavra (Apocalipse 9:20-21; 16:9 e 21).

O Dia do Senhor se inicia com as pragas e termina com a segunda vinda. Os ímpios se lamentarão pela perda eterna da vida, mas os santos se alegrarão pela salvação, foram aprovados no juízo divino que ocorre desde 1844. “E, logo depois da aflição daqueles dias, escurecerá o sol, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mateus 24:29-30). “Eis que o nome do Senhor vem de longe, ardendo a Sua ira, sendo pesada a Sua carga; os Seus lábios estão cheios de indignação, e a Sua língua é como um fogo consumidor. E a Sua respiração como o ribeiro transbordante, que chega até ao pescoço, para peneirar as nações com peneira de destruição, e um freio de fazer errar nas queixadas dos povos. Um cântico haverá entre vós, como na noite em que se celebra uma festa santa; e alegria de coração, como a daquele que vai com flauta, para entrar no monte do Senhor, a Rocha de Israel” (Isaías 30:27-29, veja também II Tessalonicenses 1:7-10).

Então o Dia do Senhor vem e dura mais que um dia literal. É um tempo de juízo e castigo e também de redenção. Juízo contra os que se mantiveram rebeldes à lei de DEUS; redenção aos que se colocaram ao lado de DEUS.

Um dia todos concordarão com DEUS. Essa concordância ocorrerá na conversão ou no dia do juízo final.

“Disse-lhes o anjo: … “Preparai-vos, preparai-vos, preparai-vos. Precisais ter maior preparo do que até agora, pois o dia do Senhor vem, terrível tanto em ira como em vingança, para desolar a Terra e destruir dela os pecadores. Sacrificai tudo a Deus. Deponde tudo sobre o Seu altar – o eu, a propriedade e tudo o mais – como um sacrifício vivo. Tudo é pedido para entrar na glória. Acumulai para vós um tesouro no Céu, onde nem os ladrões roubam nem a ferrugem consome. Tereis de ser participantes dos sofrimentos de Cristo aqui, se esperais participar com Ele de Sua glória no além.”

“O Céu terá sido barato se o obtivermos através do sofrimento. Precisamos negar o eu ao longo de todo o caminho, morrer para o eu diariamente, deixar que somente Jesus apareça e ter em vista continuamente a Sua glória” (Primeiros Escritos, 66 e 67).

“”Eis que o dia do Senhor vem, horrendo, com furor e ira ardente, para pôr a Terra em assolação, e destruir os pecadores dela.” Isa. 13:9. A maioria no mundo rejeitará a misericórdia de Deus, e submergir-se-á na repentina e irreparável ruína. Mas aquele que atender à advertência, habitará “no esconderijo do Altíssimo”, e “à sombra do Onipotente descansará”. “Sua verdade” será seu “escudo e broquel”. Para ele é a promessa: “Dar-lhe-ei abundância de dias, e lhe mostrarei a Minha salvação”. Sal. 91:1, 4 e 16” (Patriarcas e Profetas, 167).

Uma descrição bem realista do Dia do Senhor, pela nossa profetiza, transcrita a seguir, referindo-se à sétima praga, a pior de todas: “No dia do Senhor, pouco antes da vinda de Cristo, Deus, em Sua ira, enviará raios do céu, que se unirão com o fogo na Terra. As montanhas arderão como uma fornalha, e derramarão terríveis correntes de lava, destruindo jardins e campos, vilas e cidades; e, ao arremessarem nos rios seus minérios derretidos, pedras e lodo aquecido, fá-los-ão ferver como uma panela, arremetendo também rochas maciças e espalhando seus fragmentos sobre a terra com indescritível violência. Rios inteiros tornar-se-ão secos. A Terra se convulsionará, e por toda parte haverá pavorosas erupções e terremotos. Deus afligirá os perversos habitantes da Terra até serem destruídos.

“A Terra oscilará de um lado para outro como um bêbado, e será removida como uma choça. Os elementos estarão em chamas, e o céu enrolar-se-á como um pergaminho.

“A crosta da Terra será dilacerada pelas explosões dos elementos ocultos nas entranhas da Terra. Estes elementos, uma vez desprendidos, arrebatarão os tesouros dos que, durante anos, têm estado a aumentar sua riqueza adquirindo grandes posses, a preços de fome, dos que estão a seu serviço.

“A grande conflagração geral está precisamente à frente, quando todo esse desperdiçado esforço da vida será arrebatado da noite para o dia.

“Haverá… grande destruição de vidas humanas. Mas, como nos dias do grande dilúvio, Noé foi preservado na arca que Deus preparara para ele, assim nestes dias de destruição e calamidade, Deus será o refúgio de Seus crentes. Ele declara por intermédio do salmista: “Porque Tu, ó Senhor, és o meu refúgio! O Altíssimo é a tua habitação. Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda.” Sal. 91:9 e 10. “Pois, no dia da adversidade, Ele me ocultará no Seu pavilhão. …” Sal. 27:5. Não faremos, então, do Senhor nossa segurança e nossa defesa?” (Maranata, o Senhor Logo Vem, MM 1977, 281).

 

  1. Segunda: Daniel e a segunda vinda de CRISTO

Os grandes capítulos de Daniel são fantásticos em informação e conhecimento sobre o plano da salvação. O capítulo dois traz conhecimento importante, como por exemplo:

  • Os reinos ou impérios de satanás não se entendem, um substitui o outro e estão sempre em guerra, portanto, não se perpetuam e sempre começam com poder e pouco depois tornam-se fracos e são substituídos por outro reino, de satanás.
  • Existe ganância de poder entre os líderes de satanás e nem ele os consegue domar ou conter.
  • Há estratégias de mentira e de exploração nesses reinos, especialmente sobre o povo.
  • Os seus líderes se acham como deuses, e querem merecer aprovação como superiores, e na realidade são, como todos, meros seres humanos.
  • Todos eles, sem exceção, pretenderam ter a capacidade da perpetuação de seu império, mas este sempre degenerava até se tornar insustentável e ser derrotado por outra nação, menos viciada, que depois mais, caia também.

Já o reino de DEUS (e não se pode dizer ‘reinos de DEUS’), aqui na Terra só existirá, depois do pecado, e perpétuo. Ele não será derrotado por outro reino, porque é o reino cujo fundamento é o amor, abrangerá toda a Terra e seus cidadãos serão pessoas que amam umas às outras. No amor não existe vontade de dominar, coisa que surgiu no coração de Lúcifer quando começou a olhar muito para si e ambicionar ser poderoso. Nisso ele substituiu o amor que lhe fora implantado na mente quando criado, pelo ódio contra o próprio DEUS e contra todos os que se opõe a ele. Tudo o que ele faz é movido pelo ódio, portanto, tudo o que ele faz não perdura, mas degenera. Isso embora ele mesmo tenha tentado dizer, por meio de Charles Darwin, que é pela luta que as coisas se aperfeiçoam. Acredita quem quiser.

Os impérios desse mundo, desde Daniel são estes, conforme Daniel e Apocalipse: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma pagã, Roma papal, Estados Unidos da América e Roma papal outra vez. No fim dos tempos, os dois últimos dessa lista se aliarão ao oitavo rei de Apocalipse 17 e firmarão uma aliança para controlar e manipular o mundo inteiro contra o povo de DEUS, portanto, serão estes: Estados Unidos da América que dá fôlego à besta tornando-a no sétimo império, aliados com o Espiritismo, dominado diretamente por satanás, que é o oitavo poder, formando a tríplice aliança de Apocalipse 16, os três poderes imundos semelhantes a rãs. Esses poderes dominarão as nações do mundo impulsionando-as contra a pregação do povo de DEUS, mas este continuará na sua missão até que termine o tempo da graça, atuando com o poder do ESPÍRITO SANTO, coisa que se chama refrigério, alto clamor ou chuva serôdia. Depois vem as pragas e após delas, a tão aguardada segunda vinda de JESUS CRISTO. O reino de DEUS nesta Terra só ocorrerá após o milênio.

“Que direito tinha Cristo de arrebatar das mãos do inimigo os cativos? – O direito de ter feito um sacrifício que satisfaz aos princípios da justiça pelos quais é governado o reino dos Céus. Veio Ele à Terra como Redentor do gênero humano perdido, para vencer o astuto inimigo e, por Sua firme fidelidade ao que é reto, salvar todos os que O aceitem como seu Salvador. Na cruz do Calvário pagou Ele o preço da redenção da raça humana. E assim adquiriu o direito de arrebatar os cativos das garras do grande enganador, que, por uma mentira, formulada contra o governo de Deus, causou a queda do homem, perdendo assim todo o direito de ser chamado súdito leal do glorioso e eterno reino de Deus” (Mensagens Escolhidas, v.1, 309).

 

  1. Terça: Perspectivas em longo prazo

Na gestão das empresas temos o curto, médio e longo prazo. O curto se limita ao período máximo de um ano, o médio prazo, até três anos, ao redor disso, e o longo prazo pode ir até 20 ou 25 anos; ou mais, depende do tipo de empresa. É o prazo máximo. Em termos de profecia bíblica e do plano da salvação, temos o tempo presente e o longo prazo. O tempo presente são os dias em que vivemos ao longo de nossa vida, e o longo prazo se estende até o infinito, não tem limite de duração. Portanto, o que a lição de hoje está tratando é sobre a vida eterna.

Do ponto de vista do Evolucionismo, entendem os que defendem a teoria, que o Universo teria surgido da explosão de uma pequena bola entre 15 a 20 bilhões de anos, ou mais, segundo supõe os cientistas. Atente que a guerra no Céu e o grande conflito também surgiu da mente brilhante de um ser criado. Segundo tais cientistas, o Universo – antes da suposta explosão – se encontrava aglomerado em uma espécie de esfera densa e quente, além disso, tinha uma composição a partir de hélio e hidrogênio. Não se sabe o motivo da explosão. E qual era o tamanho dessa esfera primordial? Era do tamanho do pingo desse “i” (fonte aqui). Toda matéria e todo espaço bem como o tempo estavam dentro desse pingo. E de onde veio esse pingo tão denso e quente? Ninguém sabe explicar.

E o que havia antes da criação do Universo, por DEUS? Nada, além de DEUS, ou, menos que o pingo de um “i”. DEUS criou tudo do nada, pelo Seu poder de fazer qualquer coisa.

Sinceramente, em qual dessas duas explicações é mais fácil explicar? Ora, a criação envolve crer que DEUS sempre existiu e que é supremamente inteligente e poderoso. O pingo do “i”, não existe explicação de onde veio nem porque explodiu, e também, como poderia comportar toda a matéria que hoje existe no Universo? Prefiro, e me é bem mais lógico, aceitar a explicação que envolve a inteligência para o surgimento de tudo do que algo que aconteceu sabe-se lá como e porque.

E quais são as perspectivas de longo prazo, diante do Evolucionismo e do Criacionismo? Pelo Evolucionismo o futuro depende do acaso, das guerras e da continuidade da evolução, que, convenhamos, se fosse verdade, parou de evoluir, mas está degenerando. A rigor, vida eterna no evolucionismo, nem pensar. Se o aperfeiçoamento dos seres vivos depende da luta entre eles, como de um processo assim poderia resultar em vida eterna? Por sua vez, no Criacionismo temos a explicação pela Bíblia, dada por DEUS, o Criador. E sabemos pelas profecias que bem logo o que Ele prometeu se cumprirá.Mas qual é a segurança para crer na Bíblia? Muita, total. São as profecias que já se cumpriramDisse JESUS por intermédio de Paulo que as profecias foram dadas para que ao elas se cumprirem, creiamos Nele e em Sua Palavra escrita. Lógico, depois de centenas de profecias se cumprirem fielmente, hoje não há mais motivo para se ter dúvidas de que é real e firme o plano da salvação dos pecadores arrependidos. Já, onde está a convicção por meio de provas de que o Evolucionismo é confiável? Ele é só uma teoria, e na realidade, de científico não tem nada, é um conjunto de hipóteses, mais nada.

Atente bem, as profecias existem para que conheçamos o futuro, mas principalmente para que creiamos em DEUS. “Lembrai-vos das coisas passadas da antiguidade: que Eu sou Deus, e não há outro, Eu sou Deus, e não há outro semelhante a Mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer e desde a antiguidade, as coisas que ainda não sucederam; que digo: o Meu conselho permanecerá de pé, farei toda a Minha vontade” (Isaías 46.9-10). DEUS é o único ser no Universo que conhece o futuro tão bem quanto o passado, isso está demonstrado nas profecias bíblicas. Portanto, é confiável quanto ao que diz que haverá no futuro, ou, que JESUS volta para nos salvar e que teremos vida eterna.

 

  1. Quarta: Nas nuvens do céu

Como pode alguém ainda crer numa outra forma para a volta de JESUS CRISTO, senão visível por todos, lendo os versos sugeridos pela lição de hoje? Faremos um resumo deles, na ordem em que aparecem na lição.

Vai haver um sinal no Céu que todos verão: Ele vindo com grande glória. Ele virá com alarido, trombetas tocando e vai haver ressurreição dos justos. Ele virá em meio a nuvens, rodeado de anjos, uma multidão deles. Todo olho verá esse cortejo. Ele virá com todos os Seus anjos.

Pois bem, esse é o resumo daqueles versículos. Não se pode afirmar que vai haver um arrebatamento secreto quando esses versos dizem exatamente o contrário.

“Profecias que contradizem as claras e positivas declarações da Palavra devem ser rejeitadas. Assim nosso Salvador ensinou os Seus discípulos quando os advertiu sobre a maneira de Sua segunda vinda. Quando Jesus ascendeu ao Céu à vista dos Seus discípulos, foi declarado da maneira mais explícita pelos anjos que Aquele mesmo Jesus viria da maneira como para o Céu O tinham visto ir. Por isso mesmo Jesus, ao predizer a obra dos falsos profetas nos últimos dias, diz: “Se vos disserem: Eis que Ele está no deserto! não saiais; ou: Eis que Ele está no interior da casa, não acrediteis.” Mat. 24:26. Toda profecia verdadeira sobre este ponto terá de reconhecer Sua vinda visível do Céu. Por que Jesus não disse: Rejeitai toda profecia nesse tempo, se não tivesse de haver profetas então?” (Primeiros Escritos, 139).

 

  1. Quinta: Os vivos e os mortos

Estudemos a ressurreição de Lázaro. Essa seria uma demonstração de poder sobre a morte, então JESUS disse que é a ressurreição e a vida, e quem morresse crendo Nele, não ficaria morto para sempre, mas ressuscitaria para viver sempre (João 11:39). Ou seja, o importante aqui não seria tanto a ressurreição de Lázaro, mas a fé no poder de JESUS, que era também o Criador da vida.

Ele já havia ressuscitado outras pessoas antes. Porém, ninguém que já estivesse sepultado e cheirando mal e bem forte. Um morto ao terceiro dia cheira muito forte, imagine, então, um de quatro dias, que era o caso de Lázaro. Podemos talvez imaginar o forte cheiro ao abrirem a sepultura onde ele estava descansando, todos levando a mão ao nariz para evitar um pouco o mau odor. Preferiram respirar pela boca que pelo nariz. Sabe que o cheiro são pequenas partículas que se desprendem de sua origem, e isso é algo bem nojento. Se cheirar uma carniça, está ingerindo partículas dela.

Podemos imaginar alguns comentários sobre o que falavam alguns que já não amavam JESUS, como os fariseus que ali estavam. Já alguns judeus O haviam censurado porque se demorou para curá-lo deixando-o morrer (João 11:37). Muitos ali pensavam tratar-se de alguma espécie de palhaçada, abrir uma sepultura nesse estado. Mas havia motivos para isto. Os líderes dos judeus acreditavam ser possível que alguém voltasse à vida até ao terceiro dia depois de morto. Tal coisa nunca acontecera, nem é possível. Aliás, depois que se constata a morte, e depois que o corpo esfria, só DEUS para fazer retornar à vida. Então naquele dia JESUS demonstrou ter poder sobre a morte, pois ressuscitou um morto de quatro dias, em estado de putrefação. Por isso Ele disse que era “a ressurreição e a vida.” O impacto foi tão poderoso que as pessoas se dividiram em dois grupos, os que creram em JESUS e os que passaram a odiá-Lo ainda mais, maquinando matar JESUS bem como Lázaro, a prova viva do poder do Mestre de Galileia.

Mas a prova maior do poder sobre a morte não foi a ressurreição de Lázaro, e sim, a morte de JESUS e Sua ressurreição, ao terceiro dia. Se na ressurreição de Lázaro queriam matar os dois, na ressurreição de JESUS, temendo o Seu poder, não ousaram mais planejar a Sua morte, e sim, compraram a palavra dos guardas, as únicas testemunhas do momento da ressurreição, levando-os a mentir sobre o que viram. Era para eles dizer que haviam dormido e que os discípulos vieram e roubaram o corpo. Ora, se dormiram a ponto de não impedir o roubo do corpo, como sabiam que os discípulos o roubaram? Mentira mal formulada, mas muitos preferiram crer nela.

Se Ele é capaz de ressuscitar um morto de quatro dias, se Ele é capaz de ressuscitar a Si mesmo, então é capaz de cumprir a promessa de ressuscitar todos nós, os que crermos Nele. Essa é a nossa grande esperança e o seu fundamento.

 

  1. Resumo e aplicação – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  2. Tema transversal

A segunda vinda de JESUS CRISTO é o ponto mais importante do plano da salvação. É o seu objetivo e é a nossa grande esperança. Tudo o que o Céu fez para nos salvar culmina na segunda vinda, pois é nesse evento que somos salvos para a vida eterna. É nele que seremos transformados e os mortos em CRISTO ressuscitam. A segunda vinda é tudo de bom para aqueles que se entregaram a JESUS.

 

  1. Aplicação contextual e problematização

Tentemos imaginar esse mundo sem o plano da salvação. Pois bem, não teria havido o Dilúvio e a maldade sobre a Terra teria continuado. É de se pensar que hoje já não existisse mais civilização por aqui, mas se ainda existisse, nem seria possível pensar como isto aqui seria terrível. Claro que o planeta estaria entregue ao demônio, e os seres humanos seriam totalmente maus. Paremos por aqui, a nossa história não é assim!

 

  1. Informe profético de fatos recentes

O papa e os gays

Surpreendente: o papa Francisco deixa o mundo impactado dizendo a um homem gay, do Chile, que DEUS o havia feito assim, e que era amado pelo Criador. Jamais se imaginaria que o próprio papa fosse falar algo assim. O que está havendo com a Igreja Católica? É fácil saber, ela está preparando o mundo inteiro para se jogar contra os verdadeiros servos de DEUS. Todos se alinharão e seguirão a besta. Veja a notícia aqui e aqui.

Novas indulgências

O papa está novamente concedendo indulgências, que é o perdão dos pecados concedido por ele. Isto é uma das piores blasfêmias, pois só JESUS morreu para nos perdoar, e somente a Ele devemos ou podemos recorrer para sermos perdoados. “Os seus pecados se acumularam até o Céu.” Quem se coloca em lugar de DEUS para perdoar os pecados dos outros, acumula pecados para si no santuário celeste, pecados imperdoáveis, pois leva muitos à perdição. Veja a notícia nesse link.

Diálogo inter-religioso

O diálogo inter-religioso (unidade dos cristãos com todas as outras religiões, a unidade mais importante no mundo atual) avança e recebe apoio de outros líderes religiosos, como o de um patriarca oriental. Sabemos que antes do fim as religiões e igrejas se unirão após a besta para perseguir os pregadores do verdadeiro e puro evangelho. Continuam se unindo para esse fim. Veja aqui.

Abusos sexuais no Chile: cada vez mais

Quando a liderança de qualquer igreja permite a degeneração, quando ela se torna liberal, não nos enganemos, satanás tomará conta. Isso é válido para todas as igrejas. Muito cuidado com o liberalismo. No Chile aconteceu isso com a Igreja Católica. Agora se descobre que até sacerdotes eram abusados por outros sacerdotes. Que vergonha, veja aqui.

E apareceu um novo escândalo de abuso sexual no Chile, hoje (24-5-2018). A diocese da cidade chilena de Rancagua anunciou, esta terça-feira, a suspensão de 14 sacerdotes implicados num novo escândalo de abusos sexuais sobre jovens e menores. Leia aqui.

 

  1. Comentário de Ellen G. White

“As irrefreadas satisfações da inclinação natural e a consequente enfermidade e degradação que existiam ao tempo do primeiro advento de Cristo, dominarão de novo, com intensidade agravada, antes de Sua segunda vinda. Cristo declara que as condições do mundo serão como nos dias anteriores ao dilúvio, e como em Sodoma e Gomorra. Todas as imaginações dos pensamentos do coração serão más continuamente. Vivemos mesmo no limiar daquele terrível tempo, e a nós convém a lição do jejum do Salvador. Unicamente pela inexprimível angústia suportada por Cristo podemos avaliar o mal da irrefreada satisfação própria. Seu exemplo nos declara que nossa única esperança de vida eterna, é manter os apetites e paixões sob sujeição à vontade de Deus” (Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 151 e 152).

 

  1. Conclusão

“No cerimonial típico – sombra do sacrifício e sacerdócio de Cristo – a purificação do santuário era o último serviço realizado pelo sumo sacerdote no conjunto anual das cerimônias ministradas. Era a obra finalizadora da expiação – uma remoção ou afastamento do pecado de Israel. Prefigurava a obra final no ministério de nosso Sumo Sacerdote no Céu, pela remoção ou obliteração dos pecados de Seu povo, que se achavam registrados nos relatórios celestiais. Este trabalho envolve uma investigação e um julgamento; e isto precede imediatamente a vinda de Cristo nas nuvens do céu, com poder e grande glória. Quando Ele vier, pois, todos os casos estarão decididos. Diz Jesus: “O Meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra.” Apoc. 22:12. É esta obra de julgamento, que precede imediatamente a segunda vinda, que é anunciada na mensagem do primeiro anjo de Apocalipse 14:7: “Temei a Deus, e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo.”” (CRISTO em Seu Santuário, 72 e 73)